Villas Bôas não, apenas Cidades Excelentes

Não se poderia deixar passar em branco, a forma como tem conduzido o General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, os rumos da política nacional pelos caminhos da democracia.
Este homem, com 67 anos, e apesar de um problema sério de saúde, não abandonou o seu posto de Atalaia e continua firme, apenas porque tem uma linha estratégica, ele sabe, depende grandemente dele e de sua magistral condução.
Villas Bôas, o quem quer que queira, ou não assumir isso, mas é o general que tem salvado a democracia brasileira.

Deve-se ao general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, a preservação da democracia brasileira.

Esquecer seria descaso, e o descaso é indesculpável para a história, e para que nada caia no esquecimento é que são trazidos estes fatos à memória:

Dilma Rousseff em seus segundo governo, juntamente com seu sectários, buscou decretar o Estado de Defesa, para dessa forma, jogar as Forças Armadas contra o povo, que naquele momento se levantava pedindo o Impeachment da canastrona. Este foi um dos momentos, em que Villas Bôas manifestou-se contrário ao golpe.

Em seguida, plantaram na pauta do STF, um HC, que poderia favorecer ao apedeuta, e impedir que ele se tornasse PRESIDIÁRIO de fato e de direito, pois o objetivo era reverter a possibilidade da prisão em segunda instância.
E essa foi, mais uma das ocasiões, em que Villas Bôas, através de seu twitter, com a seguinte mensagem:
“O Exército julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais”.
Conseguiu paralisar os ânimos exaltados e estancar os interesses de alguns que queriam o chefe da ORCRIM solto, a fim de acalmar os outros que já estavam presos e que entraram em pânico, quando o líder foi em cana.

Na opinião dos PTralhas, para Lindbergh Farias, o general não passa de um “chantagista”, já na opinião da “quase freira” Gleise Hoffmann, o que o general publicou em seu twitter, não passava de “veneno da democracia”.

Evidentemente que Villas Bôas, não se deixou pegar, um homem à altura do cargo que hoje ocupa, respondeu, que, tudo o que verdadeiramente prejudica a nação, são a corrupção e que além disso, a impunidade colabora grandemente, o que as torna, as maiores ameaças à democracia.

Celso de Mello, um dos supremos, até chegou a reclamar, mas teve que engolir, juntamente com os demais, e a trama jurídica que ajudaria os corruptos não vingou, e Lula, não foi mantido livre, impedindo assim que ele pudesse vir a tornar-se o candidato à Presidência da República.

É claro que isso, não deixou ninguém da PTralhada em questão, tranquilo, estavam todos bastante intranquilos, pois sabiam que isso poderia ser fatal nos momentos seguintes, como por exemplo as eleições que se aproximavam.

É claro que a muitos isso passou quase desapercebido, alguns chegaram mesmo a achar, que o general não sabia o que estava falando. Ignoraram que em setembro de 2015, esse mesmo general já havia dito:
“O nosso País está absolutamente maduro, as instituições funcionando perfeitamente bem, com seus espaços de atuação definidos, com um sistema de pesos e contra-pesos, que dispensa a sociedade de ser tutelada.”
“Questão da violência, senador Tasso Jereissatti, os nossos indicadores são estarrecedores. Morrem assassinados por ano no Brasil, 55 mil pessoas; são estupradas por dia no Brasil, 100 mulheres; desaparecem por ano no Brasil, 200 mil pessoas, destas, 20 mil não reaparecem. Então, nenhum conflito no mundo, cobra um índice tão grande de perdas humanas. Eu vou ser franco, eu não entendo a passividade nossa, do Brasil como um todo. A população em geral, e nós autoridades diante disso. As pessoas que morrem por ano no Brasil, é muito superior, às pessoas que estão se refugiando lá no Oriente Médio.
A pergunta é: Até quando nós vamos permitir que isso aconteça. Então, junto com a questão do narco-tráfico, que estão intimamente relacionadas, eu acho que é um tema que nós temos que abordar de formas diferentes, com outras abordagens, e com mais intensidade, com uma visão integrada, sistêmica, porque nossa gente não merece isso.” – (pequeno trecho do debate sobre situação dos projetos estratégicos das Forças Armadas no Senado com o General Villas Boas em 26/09/2015)

E seria injusto e faltoso com a história não relembrar que em setembro de 2017, o General Antônio Hamilton Martins Mourão, em uma loja maçônica em Brasília – DF, comunica ao Brasil que:
“o Exército hoje trabalha como numa tábua de logaritmos, com aproximações sucessivas, para analisar a conjuntura do país”
“Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos ou então nós teremos que impor isso”

Lembrando que todo o baixo clero pediu a cabeça do General Mourão nessa ocasião, no que não foram felizes. Porém, não muito depois, o General Mourão fala ao Brasil que o Temer estaria fazendo de seu cargo e posto um verdadeiro balcão de negócios.
“Não há dúvida que atualmente nós estamos vivendo a famosa “Sarneyzação”, nosso atual presidente (Michel Temer) vai aos trancos e barrancos, buscando se equilibrar, e, mediante o balcão de negócios, chegar ao final de seu mandato”.

Depois que tudo passou, a pouco tempo atrás, o General Villas Bôas chegou a comentar que “a coisa poderia fugir ao nosso controle se eu não me expressasse”, explicando assim, o motivo daquele tuite.

Mas não foi somente aí, houve também, quando da greve dos caminhoneiros, quando o general precisou voltar às redes sociais comunicando à nação que o Exército, que fora convocado por Michel Temer para assim promover a “Garantia de Lei e da Ordem”, agiria, como sempre vem agindo, dentro dos preceitos da Constituição Federal.

E durante o período pré-eleitoral, o general Villas Bôas esteve em contato com diversos candidatos: Marina Silva (Rede), Manuela D’Ávila (PCdoB), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT). O único que mostrou-se arredio ao contato, em extremo, foi o Ciro Gomes, que inclusive chegou a dizer, sendo Ciro eleito, “militar não fala em política” e que se ele fosse o presidente, o comandante do Exército “provavelmente pegaria uma cana”. Naturalmente que isso, desagradou profundamente as Forças Armadas. Creio que o Ciro não sabe que as Forças Armadas são uma das Instituições responsáveis pela continuidade da Lei e da Ordem no País.

E apenas terminando o general lembrou que, a candidatura de um presidiário à Presidência da República, não passaria de “uma afronta à Constituição”. Desnecessário dizer de que presidiário se falava.

E, a influência na escolha dos ministeriáveis, não se pode dizer que não haja, uma vez que são pessoas fortemente ligadas a ele, especialmente em nomes como os de Augusto Heleno, ou mesmo Fernando Azevedo e Silva.

Dessa forma, e analisando-se o fato de que, se ainda respiramos os ares da democracia, devemos especialmente ao general Eduardo Villas Bôas, por isso dizemos: Villas Bôas não, apenas Cidades Excelentes. Porque é o que nos parece ser o indicativo da atuação de nossas FFAA pela pessoa de seu comandante geral. (texto baseado em matéria de “O Antagonista de 29/12/18)

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 291218 – Villas Bôas não, apenas Cidades Excelentes – (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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