Ser presente para estar presente

24/12/2019 e chegamos ao final de mais um ano.
E já estamos vivenciando o balanço de mais um ano…
Chegamos ao final de mais um ano.
E o balanço de tudo nos mostra quadros bastante desequilibrados.
O relógio não para jamais, e a pergunta que não quer calar, é, o que foi que você fez?
A grande maioria de nós, apenas deitou na rede e deixou, como a música diz: “Deixa a vida me levar…”
Bem, é claro que não podemos nos calar, porque ao nos calarmos, estaremos sendo criminosos, porque estaremos burlando o direito de alguém à verdade.
E claro, isso nós não podemos deixar que aconteça, porque a responsabilidade pela construção de um País melhor, está em nossas mãos.
Deixemos um Brasil adequado às gerações futuras, não nos omitamos, para que isso não nos caia sobre a cabeça por nossa própria omissão.
Não sejamos ausentes, sejamos pois, presentes, para que dessa forma, possamos preencher o vazio de muitas vidas.
Sejamos os presentes de muitos que não encontram nem mesmo suas próprias imagens nos espelhos da vida.
Coisas boas, ruins, péssimas, mas a vida é implacável e não deixa para depois o que tem que ser agora. Ou seja, a Vida…
O relógio só faz tic tac, tic tac, e ele não para jamais, e ele não cessa, e ele não espera, e ele simplesmente continua… E o que foi que você fez?
O que muitos de nós fizemos foi, deitar na rede e esperar a vida passar, mais ou menos naquela cantilena de que, o que não tem conserto, consertado está… Assim, vamos deixar tudo para depois? Errado, não podemos fazer isso…
Aquilo que não tem conserto, consertado está, mas muitas das coisas que estão acontecendo à nossa volta, necessitam ser mexidas e consertadas, e vividas em sua plenitude a fim de que possamos seguir adiante.
Pois bem, temos aí, as crianças que são o futuro de nosso Brasil, ou o futuro do mundo, não importa… E o que estamos fazendo?
Estamos deixando essas crianças ao rés do chão, vivendo o frio da amargura da vida.
E tudo porque resolvemos aderir a novas formas de educação, de aculturamento, permitindo que toda nossa cultura fosse lançada no lixo e fosse introduzida uma nova, colocando novas ideias na cabecinha de nossas crianças, ignorando que a criança não deve ser submetida simplesmente a uma nova ideologia, sem que aquilo seja muito bem provado através da história, para que ela mesma encontre a razão de ser naquilo que ela vai usar como forma objetiva para sua vida.
Lembrando sempre que uma criança não é enganada tão facilmente quanto se imagina. Ela tem uma vívida astúcia que lhe permite muito rapidamente pesar, pensar e analisar, ainda que na sua inocência ela não entenda realmente o que é que está acontecendo. Mas, mesmo nessa inocência, o que não se sustenta por não encontrar a base da verdade, essa criança recusa facilmente.
Se você pretende que ela adote aquela nova ideologia para sua vida, essa nova ideologia tem que ser a toda prova, inconteste. A criança tem que ter a certeza, de que aquilo é a verdade, sob pena da rejeição imediata e absoluta, ainda que essa mesma criança nem saiba o que está acontecendo. Porém, que tipo de verdade está sendo dada a essas crianças? Que menino pode ser menina e que menina pode ser menino.
Pois bem, isso acabou com a individualidade, com a personalidade, com a identidade e está reforçando em nossas crianças a dúvida ao quem sou, de onde venho e para onde vou.
Mais do que nunca se faz necessária a retomada dos valores, a fim de que as gerações futuras reencontrem a razão de ser, de estar e para lutar pelo que virá.
É necessário que eles enxerguem que sim, eles têm uma personalidade, identidade e história de vida, ainda que, na grande maioria das vezes, essa história possa estar cheia de lacunas. Mas a história que existe, possa preencher os espaços vazios de cada mente e de cada coração; a fim de que essas crianças possam vir a se tornar homens e mulheres de bem.
Se mais tarde, resolverem, por sua livre e espontânea vontade, fazer de sua sexualidade, outras coisas mais que não nos interessa aqui; que façam.
Mas que elas não percam o foco de que têm sim, uma identidade e que essa identidade, foi preservada para elas.
E porque existe um começo, um meio e um fim, é que essa identidade original encontrou preservação, a fim de que cada ser possa encontrar-se no seio que vive, sabendo quem é, de onde vem, e para onde vai.
Repito, o que ela fará de sua identidade original está no âmbito de sua liberdade e portanto, não nos cabe discutir essa questão, o que não podemos é admitir a quebra do paradigma, antes que o ser com ele se encontre.
bem, como o momento é de festa, isso requer que tenhamos um olhar mais atento, para tudo isso que estamos vivendo. E o que estamos vivendo é a ausência da personalidade, da moral e da ética. E nós, temos que ser presentes.
Nesta época do ano, costumamos dar presentes, mas hoje precisamos estar presentes.
Então vamos pensar nisso, vamos ser presentes na vida de cada um, na vida de nosso vizinho, de nosso amigo, de nosso irmão, de todas as pessoas que estão a nossa volta; a fim de que possamos, finalmente com nossa presença contribuir para o preenchimento do vazio de muitas vidas.
Vale lembrar que é por conta desse vazio, que especialmente, nessa época do ano, que muitos trancam-se em seus quartos, e choram amargamente um passado, esquecendo-se que não vive mais lá no passado… Ela vive o presente, portanto não tem que chorar hoje no passado.
Como a maioria não sabe disso, então temos que estar presentes, como indicativo de que o passado ficou lá atrás. Que aquilo que é lembrado, são as saudades, que aliás, são muito boas de serem lembradas, mas que elas não pertencem ao presente e sim ao passado. Temos que nos lembrar de tudo?
Naturalmente que sim, isso inclusive é maravilhoso.
As lembranças que nos fazem sentir saudades, são maravilhas que nos fazem reviver, inclusive coisas ruins que muitas vezes vivenciamos, porque nos pavimentam a estrada que até aqui nos trouxe e nos conduz ao futuro.
Temos então que ser presentes, para que este presente se faça presente amanhã e não vire mais um passado desagradável de ser lembrado pela nossa própria e adequada ignorância.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 241219 – Ser presente para estar presente – (imagens da internet)

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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