Sempre criticando, eis a característica do homem

Após os acontecimentos desta semana, várias pessoas se manifestaram através das redes sociais acerca do posicionamento do Exército, não realizando a Intervenção Militar pedida por uma fração da população brasileira em frente a alguns quartéis Brasil afora.
Muitos, inclusive ex-militares, acusaram as Forças Armadas de terem “se vendido”, de terem “abandonado a nação a própria sorte”, afirmaram que servem apenas para realizar faxina nos quartéis ou para combater mosquitos da dengue. A estes cidadãos pergunto:

Onde estavam quando por aproximadamente 30 anos a mídia difamou as Forças Armadas no período pós-governos militares? Onde estavam quando as Forças Armadas foram sucateadas?
Onde estavam quando o ensino nas escolas públicas foi destruído com a teoria imbecil de Paulo Freire? Onde estavam quando o atendimento médico à população faliu?
Onde estavam quando viam políticos enriquecendo ilicitamente? Onde estavam quando uma refinaria sucateada era comprada a preço exorbitante?
Onde estavam quando outra refinaria era ocupada militarmente por Forças Armadas de outro país e após isto, “doada” à esse país?
Onde estavam quando terras riquíssimas em minerais, fauna e flora, posicionadas em nossas fronteiras eram demarcadas como Terras Indígenas, afrontando nossa soberania?
Onde estavam quando as obras prometidas para os grandes eventos realizados em nosso país foram superfaturadas e, mesmo assim, não entregues? Protestaram? Fizeram passeatas? Deram a cara a tapa?
Nessas ocasiões, as Forças Armadas estavam patrulhando fronteiras; apoiando populações carentes, levando atendimento médico, alimentos e água a lugares que a maioria da população nem sequer ouviu falar; estava apoiando na segurança de eleições; construindo estradas e abrindo poços artesianos para os mais carentes; realizando obras em trecho da Transposição do São Francisco; ampliando e readequando aeroportos, com a devolução de dinheiro público ao final das obras; realizando o trabalho de vários órgãos de segurança pública que entraram em greve, reivindicando salários melhores, muitas vezes maiores do que aqueles da própria tropa que os substituía e, sim, fazendo faxina, pois prezam pelo patrimônio público que a nação deixou sob sua responsabilidade.
Querer que o Exército realize uma Intervenção Militar, apenas para realizar o trabalho da Justiça, acelerando o processo e descumprindo a lei vigente, ou seja, o trabalho “sujo”, e “devolvendo” o poder aos políticos, após a eleição prevista, é pedir um “Atestado de Incompetência e Ingenuidade” às Forças Armadas, pois após tomar conhecimento da real situação de todos os problemas existentes, de toda a podridão da República, as Forças Armadas não poderão esquivar-se de cumprir sua obrigação, de “colocar ordem na casa”.
O momento atual é totalmente diferente daquele vivido em 1964, onde havia o apoio da mídia, da Igreja Católica, de grande parte dos governos estaduais e da opinião internacional às atitudes tomadas pela Forças Armadas, pois, lembrem-se, vivíamos a Guerra Fria, uma luta entre duas ideologias bem definidas, o que não ocorre em nossos dias.
Se houvesse uma Intervenção Militar, imediatamente seria tachada de “Golpe Militar”, a mídia estaria contra as Forças Armadas e jogaria a população contra o novo governo; o país sofreria sanções econômicas e embargos, após algum tempo greves e manifestações, até mesmo daqueles que apoiaram a Intervenção, eclodiriam em todo o país, o caos e a insegurança reinariam, a censura seria imposta e o uso da força seria necessário.
Após alguns anos, com a “casa em ordem”, a “Democracia” retornaria e o povo, a mídia e os oportunistas voltariam a execrar as Forças Armadas e o ciclo vicioso, mais uma vez, reiniciaria.
Assim, com a finalidade de diminuir o sofrimento para todos, utilizem a maneira correta e prevista legalmente: O Voto! Votem com consciência, não troquem este direito por um bujão de gás, um tanque de combustível ou a promessa de um cargo comissionado.
Façam valer seus direitos a todo o momento, assim que os erros cometidos pela administração pública forem apontados protestem em frente às Prefeituras, Câmaras, Senado, Palácios do Governo e etc!
Cobrem de seus representantes e não queiram jogar a responsabilidade de seus erros nos ombros das Forças Armadas!

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 140618 – Sempre criticando, eis a característica do homem – (imagens da internet)

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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