Rastilho de pólvora denuncia mandantes de tentativa de assassinato

Querido Jean Wyllys
Foi com muita alegria que recebi o seu livro “Tempo Bom, Tempo Ruim”. Obrigado pelas palavras escritas no autógrafo.
Jean quero que você saiba o orgulho de ter um jovem como você participando da Política com a coragem e ao mesmo tempo com a Ética que poucos políticos tem. Jean, muita tranquilidade e paciência, para enfrentar esses tempos difíceis.
Eu estou convencido, que temos que consolidar um forte enfrentamento político com o governo, e ao mesmo tempo, tratar de organizar politicamente o nosso povo. Muita força Jean, e não ceda nas suas convicções.
Pode ter certeza que você tem na minha pessoa um companheiro que acredita, confia e ama você. Abraços e boa luta. (16/01/2019)

“Nota em solidariedade a Jean Wyllys

Jean Wyllys um dos deputados federais mais combativos dos últimos anos, inúmeras vezes premiado por sua atuação em defesa dos direitos humanos e da população LGBTQI+, abrirá mão de seu terceiro mandato na Câmara pois não se sente seguro no Brasil.

Suas motivações são absolutamente legítimas: a escalada do ódio e da intolerância na política, que fez dele um alvo preferencial, justamente por suas convicções ideológicas e seus posicionamentos altivos e aguerridos. Ameaças de morte, insultos e agressões físicas passaram a fazer parte do cotidiano de Jean Wyllys.

Para preservar sua vida, ele se viu forçado a despedir-se do Brasil e de sua vida pública, um gesto que evidencia que nossa democracia não é mais tão plena assim.

A execução de Marielle Franco, o aumento dos crimes de ódio, o assassinato de Moa do Katendê, a perseguição e prisão injustas de Luiz Inácio Lula da Silva, o auto-exílio de Jean Wyllys: nuvens sombrias pairam sobre nosso país.

Transmitimos nossa solidariedade a Jean Wyllys, que, há poucos dias, recebeu uma carta de Lula , declarando sua admiração pelo trabalho desenvolvido pelo deputado.

Mais do que nunca, é necessário estarmos vigilantes e atentos, e fortalecer entre nós, defensoras e defensores dos direitos humanos, uma rede de solidariedade e resistência democrática. Ninguém solta a mão de ninguém.” (Instituto Lula)

O enredo desta história traz como pano de fundo a cidade de Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais. E a trama é bastante interessante:
– No dia 07/09/2018, Jair Messias Bolsonaro, passava pela linda cidade de Juiz de Fora, localizada na Zona da Mata no estado de Minas Gerais, por conta de suas obrigações como candidato à presidência da República. O resto todo mundo sabe, ali o Adélio Bispo de Oliveira, lhe faz o ataque, que pode até ser considerado suicida, pois, a possibilidade de Adélio sair vivo dali, se analisada friamente, pode-se dizer, que era nula. E é claro, que se Adélio fosse morto, isso teria sido muito bom para os mandantes do crime. Mas, infelizmente para eles, isso não aconteceu.
– Ao contrário do que todos esperavam, que seria a morte de Bolsonaro e o consequente linxamento de Adélio, Bolsonaro, foi levado às pressas à Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, e ali, graças ao bom atendimento recebido, teve a possibilidade de ter seus sofrimentos minorados. Enquanto isso, Adélio, é levado e ao contrário do que todos pensavam: Primeiro achavam que ele seria linxado, não foi, teve sua vida preservada; segundo: ele poderia ter sido colocado à disposição da força policial local, também isso não sucedeu e o levaram à Polícia Federal.
– O estado de Minas era administrado pelo “cumpanhero” PTralha Fernando Damata Pimentel, devemos lembrar que essa caterva é unida e portanto, dariam um jeito de dar um fim em Adélio, caso ele ficasse à disposição da força policial local.

Alguns dizem que a bomba é que o canastrão Jean Wyllys, teria sido o mandante da tentativa de assassinato do Jair Messias Bolsonaro.
Bem, de fato houve o registro da visita de Adélio na Câmara dos Deputados em Brasília, e todos sabemos que o meliante Adélio Bispo Rodrigues, que foi o que esfaqueou o Bolsonaro, frequentava o gabinete de Jean Wyllys, Manuela D`Ávila, Maria do Rosário e Gleise Hoffmann.
Além disso, o fato de Manuela D`Ávila, haver telefonado inúmeras (mais de 30 vezes) naquele dia a Adélio. Dessa forma o somatório de indícios que ligam, Manuela e Jean a esse crime são muito grandes.
Dessa forma, e apesar de haver por parte de Jean um ódio mortal ao Bolsonaro, eu, particularmente, não creio que tenha sido o Jean quem ordenou esse assassinato, porém, um dos braços que conduziu a orquestração.
De qualquer forma, fico feliz, que finalmente o rumo das investigações estão se encaminhando para o desfecho disso tudo, com a possibilidade de prisão dessa caterva.
E é assim que deve ser entendida essa “renúncia” que o Jean tem anunciado, como sendo, por conta de ameaças sobre a vida dele.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 240119 – Rastilho de pólvora denuncia mandantes de assassinato – (imagens da internet)

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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