Quando uma TV ataca a nação

“É extremamente lastimável que uma rede de televisão, de ampla cobertura nacional, se volte contra o seu próprio povo, procurando destruir o que ele tem de mais sagrado, base de toda a sua unidade: a família.
Não é de hoje que as Organizações Globo e muito em particular a sua TV Globo buscam interferir, de forma desabrida e escancarada, na família brasileira, não para reforçar os seus laços, mas para denegri-la procurando incentivar fissuras e lacunas, na certeza de que assim estarão desestabilizando, de forma definitiva, o estado brasileiro.

Assim tem sido na condução das suas novelas que, insistentemente, inoculam a desarmonia e o desrespeito familiar, aviltando os princípios basilares da sociedade brasileira, estimulando a quebra de padrões que concorrem para a sadia convivência entre as suas diferentes gerações. Incentivam as tão controversas políticas de gênero, que atingem crianças em tenra idade protegidas pelas leis brasileiras, muito em particular, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente; incentivam a prática de atividades criminosas, que transformam os bandidos em pessoas de bem e os agentes da lei em contumazes, perversos e violentos marginais. Esse tem sido o pano de fundo que norteia e orienta todos os passos da organização televisiva nos tumultuados dias de hoje.

Todavia, no programa Fantástico, de 8 de outubro p.p., todos os limites da TV Globo foram ultrapassados, quando passou a defender, publicamente, como arte, cenas do mais baixo nível, intrinsicamente ligadas à pedofilia, zoofilia, necrofilia, homossexualismo e outras bizarrices, taxando-as como educativas, destinadas a quebrar os tabus e os princípios de unidade que governam a chamada “família tradicional”, por ela tão combatida e considerada, até mesmo, uma aberração. Por completo, ignorou a exposição de crianças inocentes a cenas tão chocantes e extravagantes.

A reação do povo brasileiro não se fez por esperar. O levante foi e continua geral em toda a sociedade com manifestações as mais variadas de pais, educadores, terapeutas, políticos, teólogos, sociólogos, padres, bispos, pastores, religiosos em geral que, surpresos e sobressaltados, procuram entender as reais motivações do tão pernicioso proceder da TV Globo. Sem dúvida, essa TV defende e segue os ditames que se propagam mundo afora de que a família tradicional é obsoleta, deve ser destruída, e um dos pilares para tal é a ampla divulgação e posterior adoção das políticas de gênero e da prática dos princípios politicamente corretos, intensamente difundidos e divulgados na imprensa mundial e por nós tão avidamente assimilados, alicerçados na retórica reação-repetição absorção, ou seja, a sociedade inicialmente reage, a seguir é submetida a maçantes repetições sob as mais variadas formas e conteúdos e, por fim, passa a aceitar os absurdos e a tolera-los como normal.

Tudo de acordo com os ditames da agenda da Nova Ordem Mundial, que busca denegrir a moral, o caráter coletivo da sociedade, o enfraquecimento do nacionalismo, para a implantação dos seus nefastos objetivos de formação do cidadão (escravo) global.
Por todos os recantos do Brasil e mesmo no exterior, a reação contra a Globo tem sido surpreendente. Nas mídias sociais o clamor ultrapassa todas as fronteiras, sejam elas físicas, psicossociais ou políticas e mesmo em canais da TV aberta as críticas são contundentes. Não poderia ser de outra maneira para um país que ostenta a esmagadora maioria de 84,6% de cristãos na sua população, que não pode ver a cruz do seu Cristo ser vilipendiada e associada a ritos de perversão sexual, nem as suas inocentes crianças misturadas a marginais sociais que querem nos fazer assimilar, goela abaixo, modos de vida e princípios que a nossa sociedade repudia.

Todavia, causa estranheza o silêncio de organizações costumeiramente vigilantes e prontas a denunciar problemas de muito menor envergadura, como a OAB, a CNBB e até mesmo o Ministério Público e o governo em geral, que se omitiram, por completo, em assunto de tamanha gravidade para o futuro da nossa juventude. As igrejas evangélicas, com o seu amor a Deus, sagrada devoção à sua fé e persistente defesa dos laços familiares, têm tomado a dianteira no combate à vil ação da Globo, enquanto os católicos e os espíritas, como de costume, têm se mantido em silêncio.

Apenas o bispo de Apucarana, Dom Celso Antônio Marchiori, fez um contundente pronunciamento na sua homilia, no Santuário de Aparecida, quando da grande festa dos 300 anos da aparição da imagem da Virgem. Uma solitária voz. Que vergonha, CNBB!!!!
É preciso que todas as igrejas cristãs, em comunicado conjunto, repudiem as políticas deletérias e as campanhas difamatórias há muito adotadas pela Globo, mas incrementadas consideravelmente nos tempos atuais. Nesse particular, é oportuno relembrar o vibrante libelo J’ÀCCUSE, de Dom Lucas Moreira Alves, cardeal primaz do Brasil, em Salvador, em 1993, denunciando, há 27 anos atrás, as práticas costumeiras dos canais de televisão e que, hoje, se repetem com muito maior virulência:

“Acuso a televisão brasileira de ser demolidora dos mais autênticos e inalienáveis valores morais, sejam eles pessoais ou sociais, familiares, éticos, religiosos e espirituais.
Demolidora porque não somente zomba deles, mas os dissolve na consciência do telespectador e propõe, em seu lugar, os piores contravalores. Neste sentido, é assustadora a empresa de demolição da família e dos mais altos valores familiares – amor, fidelidade, respeito mútuo, renúncia, dom de si – realizada quotidianamente, sobretudo pelas telenovelas. Em lugar disso, o deboche e a dissolução, o adultério e o incesto”.

De há muito o povo já percebeu que a TV Globo é contrária aos seus valores mais caros e manifesta a sua repulsa nos níveis de audiência da empresa, que devem continuar caindo de forma consistente. Sem subterfúgios, os seus objetivos maiores de dissolução da família brasileira foram escancarados, em consonância com os ditames da agenda global a que se sujeitou, mantendo-se totalmente alheia aos tradicionais costumes e à profunda devoção religiosa da nossa gente, determinada, por todos os meios que lhe aprouver, a desconstruir os valores cristãos do povo brasileiro.” (Gen. Ex R1 Luiz Gonzaga Schroeder Lessa – Rio de Janeiro – 18/10/2017)

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista e Jornalista – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 201017 – Quando uma TV ataca a nação – imagens da internet)

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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