Programa mais médicos, mazelas e controvérsias

A jornalista Mary Anastasia O’Grady, Colunista de assuntos Latino Americanos do Wall Street Journal, chamou o programa “Mais Médicos”, de “Crime Perfeito”
É mais ou menos assim que funciona: “Ao embarcar seus cidadãos para o exterior para ajudar pessoas pobres, o regime ganha uma imagem de contribuinte altruísta para a comunidade global, até mesmo quando explora trabalhadores e fica rico às suas custas!”

Pois então, assim acontece, assim aconteceu e assim tem acontecido, onde quer que se necessite de alguns profissionais, onde Cuba consegue infiltrar seus comandados.
Mas uma coisa chama a atenção, e merece uma atenção especial, nessa história relativa ao programa “Mais Médicos”. Trata-se do fato de que, Bolsonaro ainda não assumiu o governo, e portanto, até agora, o que Bolsonaro possa falar, poderia perfeitamente bem, digamos, entrar por um ouvido e sair pelo outro.
Pode-se dizer, utilizando a famosa máxima: “quem não deve não teme”, e como cremos e queremos crer, o programa, foi assinado dentro dos mais estritos cânones sagrados da jurisprudência, ora em atividade em nosso País, e ainda por cima, endossado pelos órgãos internacionais, que regem tais compromissos entre nações.
Leve-se em conta, o fator de que, Bolsonaro somente poderá falar efetivamente em nome do Brasil, a partir do momento que ele seja diplomado, o que deve acontecer no próximo dia 10 de dezembro de 2018. E após isso, quando da transferência da faixa presidencial, que deverá dar-se a 01 de janeiro de 2019, e só então, é que de fato, ele passa a responder pela Presidência da República Federativa do Brasil.
Mediante esse fato, percebe-se que Cuba de forma unilateral, e baseada tão somente em declarações feitas pelo futuro presidente, resolveu romper com suas obrigações, perante o programa “Mais Médicos”, e de forma apressada e repentina, retirou muitos dos homens e mulheres que estavam no Brasil até aquele momento.
Interessante e oportuno lembrar, que de forma muito rápida, foram reunidos inúmeros e imediatamente foram retirados do País. Observa-se uma ação um tanto estranha, e que reforça pensamentos estranhos, pois reuniram vários, de que forma? Houve uma comunicação muito rápida e precisa. Essa rapidez nos leva a imaginar que teria algo a esconder e que não poderia ser descoberto, por esse motivo a saída às pressas, pois, tão logo o novo presidente estivesse empossado, poderia, pelos meios legais, providenciar uma identificação mais eficaz de cada um dos inúmeros, que estivessem prestes a embarcar para Cuba novamente, e assim, talvez a identificação de espiões e correlatos infiltrados no esquema.
Caso isso ocorresse, é claro que ficaria notório ao mundo a farsa do protagonizada pelo governo cubano, bem como pela OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde).
Incrível a destreza do governo cubano, pois já foram retirados, aproximados, 200 homens e mulheres. O que resta, são as perguntas:
De que forma se procedeu a seleção dos que já saíram?
Como e de que forma saíram?
Como todas as coisas são pensadas antecipadamente, quem pagou, e através de que companhias aéreas? Quantos voos foram necessários e a que prazo deu-se isso tudo?
Como tudo foi orquestrado e de que forma deu-se para que partissem, aparentemente muitos juntos, levando-se em conta, que muitos poderiam estar trabalhando em locais distintos e distantes?

Bem, além do acima exposto, eu estava vendo um programinha internacional, trata-se de um telejornal sensacionalista internacional, em que o “Âncora” criticava o fato de o Brasil, na opinião dele, não estar mais, à altura de ser merecedor de acolher os tão famosos médicos cubanos. E o âncora desse telejornal, diz:
“Juntando-se a nós, agora, Eladio Jose Armesto, vice-presidente da Associação Nacional de Jornalistas Cubanos. Estamos muito felizes por ter ele aqui.

Âncora: – Oi, como você está esta noite?

Eladio Jose Armesto: – Muito bem, obrigado.

Âncora: – Qual a sua opinião sobre Bolsonaro, e qual é a sua opinião sobre os médicos que Bolsonaro está tentando praticamente expulsar de seu país?

Eladio Jose Armesto: – Eu acho que a primeira opinião devia ser de organizações como as Nações Unidas e a Organização dos Estado Americanos – OEA, e até mesmo com o governo dos EUA que nunca causou um alvoroço a respeito dessas pessoas sendo usadas como tráfico de seres humanos porque é isso que, na essência, é. É tráfico humano. Sabe, essas pessoas são escravas, falando em termos práticos. Se eles escapam, eles não têm documentos, suas famílias são mantidas como reféns na ilha controlado por Castro, e eles são pagos com parcos montantes pelos seus serviços se, de fato, eles forem médicos, pôrque nós não… nós nunca… nós temos que aceitar a palavra do regime de Castro… Essas pessoas são treinadas como médicos, porque elas nunca são examinadas nos países para onde são enviada. Nunca receberam uma licença lá, então…

Âncora: – Escute, entendi seu ponto, e acho que é uma questão importante que você está levantando mas, no fim, há algumas coisas que temos que esclarecer. Antes de mais nada, a maioria dessas pessoas, que estão sendo treinadas como médicos em Cuba, são médicos MUITO bons. Você e eu os vimos em Miami, quando eles finalmente conseguiram sair de Cuba e vieram pra Miami. Eles são muito qualificados, muito dedicados, e eles fazem um ótimo trabalho.
Então, espero que você não esteja desqualificando os médicos, os profissionais em si mesmos, Acho que você não está, está?

Eladio Jose Armesto: – Não, não. Mas, de novo, tudo isso é… as qualificações dos médicos que temos em Miami são suposições, não é estatístico, não está provado por papéis burocráticos.
Agora, os médicos, obviamente, que vêm pra os EUA, têm que fazer cursos extensivos e exames para ser licenciados para trabalhar como médicos nos Estados Unidos. Mas este não é o caso com o efetivo que é enviado À Venezuela, Bolívia …

Âncora: – Vamos supor…

Eladio Jose Armesto: – OK

Âncora: – E eu compreendo. Vamos supor que eles não sejam os melhores médicos do mundo,talves eles não tenham as melhores qualificações. Estamos falando sobre países onde, nas partes mais remotas desses países, eles não vêem um profissional de saúde há muito, muito tempo. Ponto. O fato de que eles estão vendo alguém, quer seja uma enfermeira ou um médico, ou alguém talvez que não seja tão qualificado quanto as pessoas que você e eu vamos ver. Isso não deveria ser, só do ponto de vista humano, algo pelo que deveríamos ser grato ?

Eladio Jose Armesto: – Não, eu acho que nunca devemos ser gratos quando seres humanos são traficados com recursos, vítimas de tráfico como escravos. Quero dizer, são pessoas que não são livres, elas não têm liberdade para tomar essas decisões, eles não têm liberdade para selecionar onde eles vão servir, para qual país eles viajarão, ou mesmo até, eles não são livres nem para decidir quanto tempo ficarão nesses países…

Âncora: – Mas acho que…de novo…está acabando o tempo, entendi seu ponto, mas deixe-me argumentar sob este ponto de vista: vamos supor que você está argumentando o ponto de vista de Bolsonaro, que ele não acha que esses médicos estão sendo bem tratados.Ele não deveria estar argumentando do ponto de vista dos seus cidadãos? Porque eu entendo o que você está dizendo. A propósito, concordo com você…Os médicos, provavelmente, não são tratados muito bem. Mas Bolsonaro está argumentando contra os médicos. Ele não deveria estar dizendo “Bom, estou grato que eles estejam aqui, ajudando meus cidadãos”?

Eladio Jose Armesto: – Também há muitas provas circunstanciais sobre casos de negligência em que esses médicos estão envolvidos nesses países. E os cidadãos desses países, os residentes, não tem nenhuma proteção, por causa do fato de que esses assim chamados médicos têm carta branca , eles recebem plenos poderes para prescrever medicamentos, para agir e fazer cirurgias, e muitas vezes,pode ser que eles não sejam os mais bem treinados e eles ferem e eles prejudicam a população e aquelas pessoas não têm como se proteger nos casos de negligência.

Âncora: – Você parece estar fazendo eles se parecerem com monstros. OK Eládio José Armesto. Agradeço seus comentários, o espírito do debate. Volte, nós agradecemos.

Eladio Jose Armesto: – O prazer foi meu.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

Contato:
(41) 99109-8374 (Vivo)
(41) 99821-2381 (WhatsApp)

Mensagem 201118 – Programa mais médicos, mazelas e controvérsias – (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

Se esta mensagem te foi útil, e achas que poderá ser útil a mais alguém, ajude-nos: (ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)

leia este texto completo e outros em:

http://www.portaldaradio.com

#COJAE @elyvidal @radiocrista @pastorelyvidal @conipsip #FalaPortal #MiottoéÓttimo #conipsi #cojae #dojae #ciepClubedeImprensa #bandeiradoBrasilnajanela

Comentários

Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.