Paulo Freire e a destruição educacional

Muito bem, nestes últimos dias, temos visto a arrogância reinante entre os meios, ditos educacionais.
O INEP, (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, parece arvorar-se ao domínio e controle do que esteja sob a denominação educacional no País, especialmente, neste caso, no que se refere ao ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), portanto mesmo acima do Governo que de uma forma ou de outra, pareça ser o maestro regente e responsável pela educação em todos os níveis no País.
Este INEP encontra-se sob a presidência da senhora Maria Inês Fini, que resolveu colocar o recém eleito presidente da República, no lugar que ela julga que pertence a ele, ou seja, bem longe de análises no que tange ao trabalho exercido, ou mesmo coordenado pelo INEP.
Creio, que estando o INEP a serviço de uma empresa privada, de fato o Presidente da República, fosse quem fosse, de fato, não teria nada a meter o pitaco no trabalho do referido órgão, porém, no que se refere ao ENEM, interessando o fato à nação como um todo, e estando o Presidente da República, utilizando-se de verba do erário para pagar os préstimos do INEP, então, vejo que ele tem sim que verificar e fazer valer suas análises, doa a quem doer, e quem tem que curvar-se seria a dra Maria Inês Fini, ainda que isso não seja de seu feitio.

“não é o governo que manda na prova”. (Maria Inês Fini – presidente do INEP, em declaração feita ao jornal El País na resposta à publicação do recém eleito Jair Bolsonaro (PSL) criticando o Enem)

“O Inep tem uma diretoria específica de técnicos consagrados que, com a ajuda de uma série de educadores e professores universitários de todas as regiões do país, elaboram a prova” (Maria Inês Fini – presidente do INEP)

Caríssima dra Maria Inês, é por atitudes de arrogância extrema, como essa que norteia o INEP, que vemos em nosso País, “educadores” em sala de aula, já ensinando crianças até mesmo a utilizar-se de membros de borracha, (consolos, vibradores, etc…), em outras salas de aula, já vimos esses mesmos “educadores”, ensinando crianças a praticarem o aborto caseiro, (utilizando-se de chazinhos, e mesmo das arcaicas agulhas de tricô), além de ensinarem às crianças a fugirem de suas responsabilidades, e frente ao perigo de ter que assumir responsabilidades, praticarem o suicídio.
Senhora, os professores no Brasil, não inspiram confiança, menos ainda quando vemos provas como as que foram apresentados aos nossos alunos, verificando o quanto eles conhecem do linguajar LGBT. Professora Maria Inês, esses “técnicos consagrados”, “educadores” e “professores”, deveriam estar preocupados com o desenvolvimento moral, ético, e intelectual, daqueles que virão a ser os técnicos consagrados, educadores e professores do futuro próximo. E nesse quesito, “ilustre” senhora, não vejo necessidade de seus conhecimentos de linguajares de comunidades de seres que sequer sabem suas próprias identidades de gênero. Diga-se de passagem, que por não conseguirem identificar-se satisfatoriamente, então, resolveram tirar de nossas crianças as suas identidades, colocando assim, em risco a sanidade mental de nossas crianças.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 131118 – Paulo Freire e a destruição educacional – (imagens da internet)

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Comentários

Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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