Máscaras

A princípio, tenho que questionar a questão do uso de máscaras.
Todos sabem que o vírus é, naturalmente, minúsculo, e que portanto, os orifícios das máscaras, são relativamente grandes demais para segurar a penetração do vírus. Portanto, a máscara não tem o efeito que muitos imaginam.
Além disso, existe o fato de que teu organismo estando devidamente, e harmônico, pode expulsar o vírus, antes mesmo que ele venha a agir em teu organismo.
A priori, o vírus, enquanto não surge a vacina (e temos que ter em mente, de desconfiar de qualquer coisa que venha da China, afinal, foi ela quem criou essa encrenca e nos submeteu a isso) temos que fazer com que nossos organismos aprendam a reagir aos males provocados por esse vírus.
Portanto, que me desculpem os desocupados, mas focinheira não está na minha pauta.
Além disso, antes de impor esse tipo de coisa, que se oriente à população, a fim de que a mesma entenda, que ao usar uma máscara, ali o usuário cria uma colônia de bactérias, e aquilo, é o que o indivíduo estará respirando durante todo o tempo em que esteja com a máscara. Conheço gente inclusive, que usa máscara e beija cachorro na boca.
Observe-se que cachorros, comem seus próprios vômitos e dejetos, além de passar todo seu tempo a cheirar o rabo, ou os lugares por onde outros cachorros, defecaram e urinaram. Bem, cada um sabe o que quer colocar na boca.
E não podemos ignorar a higiene básica do animal que se lava, lambendo-se totalmente, principalmente seu próprio órgão genital. E aqui eu ouso deixar uma pergunta:
Você quer proteger-se utilizando uma máscara e beijando o animal e carregando-o no colinho? Tem certeza de que o vírus não se aproxima do corpo, do pelo, de tal animal?
Dessa forma estamos percebendo pessoas que são, ou pelo menos, pensam que são, o supra sumo da higiene.
Desculpe amigo, mas esse teu excesso de cuidado higiênico, está muito longe do que pensa que pode ser um, digamos ideal. As pessoas já não se cumprimentam, apenas cutucam-se cotovelo com cotovelo.
Que coisa, perdemos nossas capacidades de convívio entre humanos, estamos piores que animais.
E no que tange ao asseio, perdoem-me, mas isso não existe, você continua sendo, exatamente, quem você sempre foi.
Experimente tirar uma cédula de dinheiro do bolso e veja se alguém se recusa a receber a dita.
Abraço não, aperto de mãos, nem pensar. Deus me livre que alguém engasgue perto de alguém, corre o risco de o outro, estando armado, atirar em você. Desculpe minha gente, mas, vamos parar de patacoada!
Se o que foi dito acima, fosse tudo, ainda estaríamos no lucro. Mas, ainda temos o problema da neura de procurar um álcool para passar nas mãos e em tudo o que o cerca.
Você passou a consumir álcool, e ainda a incentivar o consumo do álcool pelas crianças, porque ao utilizar-se do álcool não esqueça que o mesmo penetra por teus poros em tua corrente sanguínea, e é claro que isso vai direto ao fígado… Entendeu? Corre à boca miúda até mesmo uma piada:
Paciente: “O que eu tenho doutor?”
Médico: “Você está com dengue hemorrágica!”
Paciente: “Graças a Deus não é COVID não é doutor?”

Além disso, não esqueça, o álcool direto no organismo pela corrente sanguínea, vai gerar problemas futuros que você desconhece.

Além dos fatos elencados, encontramos, a questão do isolamento, ou seja, todo mundo tem que ficar trancado dentro de casa.
Primeiro observem que o isolamento é tão bom, que os mesmos governantes que querem te trancar em casa, soltaram aproximados 40 mil presos Brasil afora.
Ora, isso deixa evidente que o isolamento de nada adianta, pois se adiantasse, para que soltar, aqueles que já estavam presos?
Inclusive chegamos ao cúmulo de ter cidades em estados, onde prefeitos e governadores, mandou que fossem presos, os cidadãos de bem que ousassem ignorar o isolamento e porventura, resolvessem dar uma voltinha pelas ruas, pelas praças, ou mesmo nas praias.
E a propósito de prender o cidadão de bem, trabalhador e que porventura tivesse saído, mesmo para arrumar o que comer, busco lembrar que, eu não conheço, ninguém que tenha quebrado as normas de convívio social, que respeite ou cumpra as regras sociais, até porque, segundo me consta, quem foi tirado do seio social, o foi, justamente pelo descumprimento de normas e regramentos sociais.
E naturalmente, quando estiverem soltos, na grande maioria, irão, assaltar, roubar, traficar, matar, enfim, fazer aquilo que eles sabem fazer melhor… Irão assaltar. Delinquir. Por que isso, é o que eles sabem fazer.
Eles não sabem produzir, porque isso requer trabalho, então eles têm que delinquir.
Vão: roubar, matar, estuprar, enfim, praticar os mesmos atos, que os levaram a ser retirados do meio social.

Bom! Então, você veja! Até aqui, nós temos, o isolamento quebrado, e a máscara quebrada… E a questão do remédio?
Bem, isso, já ficou mais do que claro, a qualquer pessoa que pense, que por A + B, a hidroxocloroquina ainda é o melhor remédio. Desde que, aplicada no início!
No inicio, quando você, ainda, está nos primeiros sintomas do vírus, ele é muito bom, principalmente nos primeiros sintomas.
É verdade que tentaram de todo jeito evitar que essa verdade viesse à tona, mas se deram mal, porque as pessoas que pegaram e foram tratadas com a mistura dita: Hidroxicloroquina, Azitromicina, e Zinco, ficaram curadas, sem maiores transtornos. Inclusive pessoas que tentaram esconder isso do grande público.
Mas a cantilena é sempre de que aumentaram o número de mortos por COVID e percebe-se que todas as demais doenças que antes também levavam a óbito, pararam de matar.
O cara se jogou do alto de um prédio, mas teve a infelicidade de contrair o vírus, pouco antes de espatifar-se no chão.
O outro levou um tiro, mas tudo indica que tenha contraído o vírus pouco antes de a bala entrar em seu corpo, e assim a banda toca.
Só não esqueçam que parece, estar havendo uma corrida do ouro, pois, mortes pelo COVID garantem um caixa de R$ 19 mil por cadáver. Basta fazer um cálculo básico de multiplicação.

E o plano de dominação, foi quase tão eficiente, que por pouco não conseguiu o seu intento.
Colocar a “focinheira”, que era colocada antigamente nos escravos. – Quando o escravo era mal educado ou não fazia o que o patrão mandava, eles colocavam a focinheira no escravo, e obrigavam o escravo andar com aquilo. Aquilo era o sinônimo do símbolo da dominação.
E isso destrói a qualquer um, primeiro porque lhe tira a identidade, ao colocar no indivíduo a focinheira, e segundo porque de vergonha ele passa a andar de cabeça baixa. Quase nem mesmo olha para os lados.
Observe que nem mesmo os animais de grande porte, que a lei impõe que sejam conduzidos com focinheira, seus donos os levam a passear sem as respectivas focinheiras. Mas o próprio animal, condutor do outro, passou a utilizar a sua própria focinheira.
O pior de tudo é ver pessoas que são capazes de brigar contigo, porque lhes foi imposto o pensamento de que eles usam a focinheira para me proteger e que portanto, eu devo usá-la a fim de lhe proteger. Como se, por não usar a dita, eu estivesse colocando a vida de alguém em risco. Ah! Vai para o inferno! Isso é a maior balela que existe!
A máscara, ela é recomendável de fato, dentro de um ambiente cirúrgico, quando a pessoa está fazendo uma cirurgia. A fim de se evitar problemas maiores em cirurgias.

Caso opte pelo uso de máscaras, lembre-se para tua segurança, de trocar de máscaras no mínimo de duas em duas horas, e depois fazer uma higienização na máscara usada, antes de voltar a usá-la; caso contrário, te graranto, o cuidado que está tomando é o equivalente a uma brincadeira de roleta russa, e o alvo é você mesmo.
Porque a pessoa acha que pôs aquela máscara ali está bom. Ele está respirando o próprio ar que ele exalou. Quando ele exala aquele ar que sai do pulmão dele, fica na máscara. Aquilo ali cria uma colônia de bactérias, e, quando ele respira de novo, ele absorve o ar que passa ali, por aquela colônia de bactérias, levando todos aqueles resíduos criados pela colônia de bactérias, justamente para dentro dos pulmões dele.
Olha que maravilha! Olha que coisa mais linda, que nós estamos criando! Sim, é uma nova cultura dentro do nosso corpo! Daqui a pouco nós vamos estar com outras doenças, outros bichinhos, por causa dessa folia de ter que usar máscara.
Que Deus te abençoe, proteja, guarde, liberte e restaure em Nome de Jesus. Aleluia!!!

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo: COJAE 0001-12-PF-BR; Psicanalista: CONIPSI CIP: 0001-12-PF-BR; Jornalista: DRT-0009597/PR e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 17062020 – Máscaras – (imagens da internet)

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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