Esquecendo

Esquecer-se pode ser trágico ou mesmo benéfico, depende um tanto do ponto de vista do que se esquece.
Esquecer-se de Deus é algo que não poderia sequer ser considerado em nossas vidas, uma vez que isso pode significar uma página arrancada do Livro da Vida.
Esse caso especificamente aconteceu com Manassés, Rei de Judá (687 – 642 a.C.), cujo nome curiosamente significa:
– (hebraico: “Menashé”, “Menasheh”, “Manasseh”, deriva da palavra “nasháh”) nome que na língua hebraica antiga significa “esquecimento”, “perdão”;
– “aquele que está entregue ao esquecimento” ou “o que está entregue ao perdão”.

“Entregá-los-ei ao desterro em todos os reinos da terra; por causa de Manassés, filho de Ezequias, rei de Judá, por tudo quanto fez em Jerusalém.” (Jr 15:4)

De um lado vemos um rei cuja perversidade conseguiu ultrapassar a sua morte.
Está registrado nas Sagradas Escrituras o fato de que um morto foi lançado às pressas na cova de Eliseu, e quando esse corpo tocou os ossos do profeta, o morto ressuscitou.

“E sucedeu que, enterrando eles um homem, eis que viram um bando e lançaram o homem na sepultura de Eliseu; e, caindo nela o homem e tocando os ossos de Eliseu, reviveu e se levantou sobre os seus pés.” (2 Rs 13:21)

E dessa mesma forma, vemos o fato de que Manassés fora tão perverso que sua perversidade influenciou por muitos e muitos anos o povo de Judá.
E vemos também que Deus, por sua infinita bondade e misericórdia pode alcançar a todos, ainda que ao mais ímpio dos ímpios, e conceder-lhe, assim como a Manassés, uma porção da Sua Eterna Graça e Misericórdia.

“E ele, angustiado, orou deveras ao SENHOR, seu Deus, e humilhou-se muito perante o Deus de seus pais, e lhe fez oração, e Deus se aplacou para com ele, e ouviu a sua súplica, e o tornou a trazer a Jerusalém, ao seu reino; então, reconheceu Manassés que o SENHOR é Deus.” (2 Cr 33:12-13)

Porque Ele conhece os segredos ocultos e lê bocas, olhos, corações, e cuja presença perscruta o mais íntimo de nossas vidas, isso é plausível de acontecimento.
E isso nos mostra que o Deus que em nós opera não morre, ainda que estejamos mortos. E que Sua obra não para, ainda que estejamos parados.

“Então, o SENHOR abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes?” (Nm 22:28)

“E, respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão.” (Lc 19:40)

Utilizar-se-á o Senhor do que quer que queira se utilizar porque a Ele não há barreiras, ou empecilhos, não há nada que o possa deter quando Ele quer operar.

“Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?” (Is 43:13)

E para que fique registrado, me dá o Senhor por Sua sabedoria e misericórdia estas palavras, para que eu possa anunciar ao mundo a Sua Excelsa Grandeza, como “Tsidkenu”, “Rapha”, “Shamá”, “Jireh”, “Nissi”, ou enfim, como queira que Ele a ti se te apresente.
Que o Senhor te ouça e te aceite arrependido como a mim me tem aceitado, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, amém e amém!

(ap. Ely Silmar Vidal – skype: siscompar – fones: 041-41-99820-9599 (TIM) – 021-41-99821-2381 (CLARO e WhatsApp) – 015-41-99109-8374 (VIVO) – 014-41-98514-8333 (OI) – mensagem 270117 – Esquecendo – imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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Autor: Ely Vidal

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Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos.

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