David Wood – As Três Etapas da Jihad

Ibn Kathir “Nesse caso, aos fiéis é permitido demonstrar amizade externamente, mas nunca internamente.”

Abu Darda, um dos companheiros de Maomé disse desta forma: “Nós sorríamos em frente a certas pessoas apesar de nossos corações os amaldiçoarem.”

Outro ponto principal da Etapa Um é status de vítima. Muçulmanos gostam de fingir que Maomé e seus seguidores foram perseguidos em Meca apenas por serem muçulmanos.
Baboseira. Eles foram perseguidos por antagonizar os cidadãos de Meca ao zombar de suas crenças.

Corão 9:73 – “Ó Profeta! Lute arduamente contra os incrédulos e os hipócritas e seja inflexível para com eles.”
Corão 9:111 – “Certamente Alá cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Alá, matarão e serão mortos.”
Corão 9:123 – “Ó vós que credes! Lute contra todos aqueles incrédulos que estão perto de você e deixe-os encontrar em você a dureza.”

Surata 9:29 – “Lute contra aqueles que não crêem em Alá, nem no Último Dia, nem na proibição do que já foi proibido por Alá e seu Mensageiro e que não reconheçam a Religião da Verdade, entre eles os adeptos das Escrituras (judeus e cristãos), até que paguem a Jizya com submissão desejada e sentindo-se subjugados.”

Esse verso não ordena muçulmanos a combaterem opressores ou mesmo críticos, e sim aqueles que não crêem em Alá.

Maomé disse: “Fui comandado a lutar contra os povos enquanto eles não declararem que não há deus além de Alá.”

Maomé não disse “fui comandado a lutar contra os povos até que parem de nos perseguir”, isso seria a Etapa Dois.
É a Etapa Três, e o mesmo cara que reclamou poucos anos atrás que povos estavam perseguindo-o por suas crenças, agora diz que ele foi ordenado a lutar contra povos por causa de suas crenças. Hipocrisia total.

Sahih Muslim 4366 – “Expulsarei os Judeus e Cristãos da Península Árabe e não deixarei nenhum deles, apenas muçulmanos.”

Então este é o padrão deixado aos muçulmanos por seu profeta.
Etapa Um: Jihad Furtiva, quando os muçulmanos são muito fracos para lutar, eles promovem a paz externamente mas nunca internamente, eles praticam Taqiyya, eles se preparam para a Jihad dentre portas fechadas, procuram status de vítima e buscam privilégios especiais para o Islã.
Etapa Dois: Jihad Defensiva, quando os muçulmanos têm forças para lutar mas não o suficiente para subjugar os infiéis, eles aterrorizam seus inimigos, assassinam críticos, e procuram desculpas para atacar outros grupos.
Etapa Três: Jihad Ofensiva, quando muçulmanos são maioria, eles subjugam violentamente todos os não muçulmanos, eles buscam expandir seu domínio político e livrar as terras islâmicas importantes de qualquer não muçulmano. Agora, olhe para o mundo, e diga-me o que vê.
rábia Saudita, em qual etapa eles estão? Etapa Três, obviamente. Maioria islâmica maciça. E eis aqui: se você não é muçulmano, você não pode rezar, construir um local de culto, não pode nem pisar em Meca. Exatamente o que você esperaria baseado nas fontes islâmicas.
Certos locais na África e eu diria em certas áreas da Europa estão na Etapa Dois, muçulmanos possuem combatentes e recursos suficientes para lutarem defensivamente.
E o que vemos? Terrorismo, igrejas sendo queimadas, ou explodidas na Nigéria, Etiópia, vemos zonas proibidas sendo formadas e críticos do Islã sendo assassinados, mesmo na Europa. Novamente, o mesmo que esperaríamos baseados nas fontes islâmicas.
Aqui na América, onde os muçulmanos são uma pequena minoria da população, em qual etapa estamos? Etapa Um. Qual é a do Islã, de acordo com muçulmanos americanos?
O Islã é paz e tolerância. Muçulmanos apenas querem ser como os demais, mas racistas semeadores de ódio os atacam apenas por suas crenças. E é por isso que devemos agradecer que o governo cristãos e judeus estão tomando a frente para defender os muçulmanos dos preconceituosos e islamófobos. Do mesmo modo que governos, cristãos e judeus defenderam muçulmanos na época de Maomé. – (transcrição de parte da tradução do presente vídeo)

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos!

Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos.

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