Daniela Mercury agora quer conversar

O Brasil é um País, onde estão sendo permitidos inúmeros senões. no caso hoje temos a situação de uma pessoa que, se acha a última bolacha do pacote de biscoitos, e ignora o óbvio, a última bolacha está toda estranha.
Essa pessoa que se chama Daniela Mercuri de Almeida, e que, por ter tido uma união civil com uma outra mulher, resolveu incorporar ao seu sobrenome o nome da consorte e dessa forma, passou a chamar-se Daniela Mercuri de Almeida Verçosa, mas é mais conhecida como Daniela Mercury.

Parece estar havendo um certo mal entendido da parte da senhora Daniela Mercuri de Almeida, ela ainda não entendeu, ou não quer entender, creio ser esta a melhor explicação, que o problema do Brasil não está relacionado aos artistas, e sim aos “artistas”.

Artistas, são aquelas pessoas que guiadas pela nobre arte da manifestação intelectual, ou mesmo, corporal, traduzem ao povo aquilo que entendem como sendo a verdadeira comunicação popular, através da poesia, da dança, da música, da foto, do cinema, da arte de representar, ou mesmo do desenho, de forma que seja entendido pelo povo como expressão artística.

“Artistas” são apenas os cafetões e cafetinas, que exploram a arte com intuitos distintos do que a nobre arte assim o evoca, como por exemplo, utilizar-se da arte para fazer com que a sociedade aceite a promiscuidade como forma de arte, ou fazer com que seus passos, atos, e gestos, sejam aceitos e acatados como norma coerente para a sociedade, apenas porque eles acham que isso possa ser coerente para suas próprias vidas.

Segue portanto aqui a íntegra da carta de Daniela Mercury ao presidente Jair Messias Bolsonaro:

“Sr. Presidente, sinto muito que não tenha compreendido a canção Proibido o Carnaval, que defende a liberdade de expressão e é claramente contra a censura.

Mas acho que isso nem vem ao caso aqui porque percebo que há uma distorção muito grave sobre a lei Rouanet.

Parece que ela ainda não foi compreendida. Por isso, me coloco à disposição para explicar como funciona o passo a passo dessa lei.

E aproveito para tranquilizá-lo. Usei muito pouco de verba pública de impostos da lei Rouanet em cada projeto que tive aprovado.

Para que o senhor entenda, cada desfile de trio sem cordas (sem cobrança de ingresso, de graça para os foliões), custa cerca de 400 mil reais.

Em 20 anos, eu tive apoio (TUDO DENTRO DA LEI) de cerca de um milhão de reais de verba de impostos da lei Rouanet.

1 milhão em 20 anos, ressalto!!! Dá cerca de 50 mil reais por ano, se assim dividirmos.

Considere, sr. Presidente, que eu comecei o movimento de trios sem cordas, de graça para o público há 21 anos.

Eles custaram, por baixo, cerca de 10 milhões de reais! Se tive cerca de 1 milhão de verba pública nesses 20 anos, isso significa que o restante (9 milhões) paguei ou do MEU BOLSO diretamente ou com o patrocínio de empresas privadas.

Em 35 anos de carreira, fiz muitas apresentações de graça no Brasil, bancadas do meu bolso.

Essa fake news sobre a lei Rouanet criada na eleição não pode continuar sendo usada para desmerecer o trabalho sofrido e suado dos artistas brasileiros.

A arte, além de tudo, tem um valor imensurável e o retorno do nosso trabalho para a sociedade, para o turismo, pra a economia é gigante.

Para que compreenda melhor, apenas com 1 ano do sucesso O Canto da Cidade (uma música “famosa” minha), Salvador ganhou 500 mil turistas a mais.

Mais um exemplo: eu tenho cerca de 50 milhões de reais de retorno de mídia espontânea em cada carnaval de Salvador.

Esse retorno, a partir de minhas apresentações (6 horas por dia cantando e dançando sem parar nem para comer – somadas a mais 5 horas prévias de preparação – e mais 2 horas pós apresentação para recuperação da voz e do corpo – durante 6 dias seguidos) traz uma valorização gigantesca para a imagem da cidade, do estado e do país.

Tudo isso estimula o turismo e turbina a economia. Tenho visto que estimular o turismo é um objetivo do senhor. Não se engane: trabalhamos muito.

Quando se ataca a arte de um país, quando se ataca os “artistas” brasileiros, se ataca a alma do povo desse país.

Mereço respeito pelo que sou, pelo que represento e pelo que faço constantemente pela sociedade brasileira em diversas causas, não apenas na arte.

Reitero aqui a minha disposição de conversar com o senhor e com sua equipe sobre a lei Rouanet.

Se assim desejar, irei com minha esposa, que é também minha empresária, até Brasília para conversar com o senhor sobre o assunto. Abraços e feliz carnaval.” – (Daniela Mercury Verçosa)

Pois bem, afora outros fatos, temos também, uma carta aberta que percebi no Blog do Políbio Braga, publicada em 02/03/17, e notei ainda que existia um vídeo associado a esta carta, mas cuja conta foi encerrada. Lembro que essa conta encerrada não retira o vídeo da internet, sempre o teremos em mãos para o que seja necessário. Pois bem, esta carta foi encaminhada à senhora Daniela Mercuri de Almeida Verçosa, conhecida como DANIELA MERCURY, após uma polêmica em que ela aparece como protagonista:
Ela aparece em vídeos xingando e apontando o dedo do meio, justamente quando estava defronte ao camarote da Polícia Militar. Depois aparece algo como ela justificando de outras formas o ocorrido. Bem, eu fico com a carta de Cláudia Wild…

“Tomo a liberdade de endereçar-lhe a presente carta após ter tido contato com inúmeros vídeos e matérias dispostas nas redes sociais, em que a senhora, a princípio de forma gratuita e acintosa resolveu menosprezar e hostilizar a Polícia Militar do seu sempre dito amado, estado da Bahia.
Na esperança não só de sua leitura como também que tenha a oportunidade de se explicar, caso tenha ocorrido um mal entendido ou um lamentável equívoco na interpretação da conduta artística de V.Sa. quando do carnaval de Salvador.
Sendo a senhora uma pessoa pública e por certo detentora de notoriedade, é de suma importância que os fatos sejam bem esclarecidos.
Recordo-me de algum tempo atrás, ter lido em inúmeras matérias jornalísticas, onde a senhora clamava por respeito e rogava ao povo brasileiro que lhe apoiasse irrestritamente com relação às suas escolhas pessoais e políticas. Soa um tanto quanto esquisito que esta mesma pessoa em uma manifestação de grande alcance popular e de público, que é o carnaval brasileiro, tenha atacado de forma vil e incompreensível, uma instituição como a Polícia Militar. Soa um tanto quanto contraditório, uma pessoa que exige respeito mas em contrapartida não oferece a mesma conduta.
Saiba a senhora que os Policiais Militares são em sua maioria, dotados da maior honorabilidade e que exercem uma função de importância máxima em nossa combalida sociedade, atingida pelo crime e pelo deterioramento da apreciação dos mais básicos valores éticos e morais.
Um artista que abraça o ofício precisa ter ciência da sua responsabilidade como cidadão, o que implica necessariamente em exibir respeito pelas instituições brasileiras, dentre elas, a gloriosa Policia Militar.
Tenho absoluta certeza, que caso a senhora ou pessoas próximas precisem, lá estará a Polícia Militar a postos a oferecer a vocês uma mão amiga e profissional, agindo da melhor maneira, para protegê-los de todos e quaisquer males ou seus perigos. Estou convicta de que a Polícia Militar e seus nobres homens jamais lhes oferecerão ofensas ou um gesto obsceno e cumprirão suas obrigações profissionais, caso solicitados.
Assim, espero que a senhora possa apresentar sua versão dos fatos, que por ora mostram-se inequivocamente contra aquilo que se espera de um artista, mas, que todavia merece ter o direito de explicar-se e mormente retratar-se diante de tamanho vitupério, falta de respeito e civilidade.
A Bahia não merece uma conduta como essa, o povo baiano não vive apenas da folia, do carnaval e das cantorias, ele precisa da Polícia Militar e sua proteção. Um brasileiro que não respeita a sua Polícia não merece ser respeitado.
A senhora deve uma enorme satisfação ao Brasil, à Polícia Militar e ao povo baiano.
Eu, Claudia Wild, cidadã brasileira, que admira e respeita a Polícia Militar. – (Claudia Wild)

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 050319 – Daniela Mercury agora quer conversar – (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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Comentários

Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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