Burburinho: Quem com ferro fere

Jair M. Bolsonaro – 30/06/19 – @jairbolsonaro
– Aos que foram às ruas hoje manifestar seus anseios, parabéns mais uma vez pela civilidade. A população brasileira mostrou novamente que tem legitimidade, consciência e responsabilidade para estar incluída cada vez mais nas decisões políticas do nosso Brasil.

Jair M. Bolsonaro – @jairbolsonaro
Parabéns a todos que foram às ruas nesse 30/06. A mensagem de vocês é p/ TODAS as autoridades: “não parem o Brasil, combatam a corrupção, apoiem quem foi legitimamente eleito em 2018.” Respeito todas as Instituições, mas acima delas está o povo, meu patrão, a quem devo lealdade.

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Quem com ferro fere, com ferro será ferido é um ditado popular que é usado quando uma pessoa quer se referir que as ações más das pessoas sempre voltarão para elas.

“E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha.
Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.
Ou pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos?
Como, pois, se cumpririam as Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça?” (Mt 26:51-54)

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30/06/19 – Twitter de Leonardo Coutinho – @lcoutinho

#1 No auge do escândalo do Mensalão, uma leitora apareceu na recepção do então edifício da Abril com uma “bomba”. Ela havia recolhido perdida (se não me engano em um restaurante), a valise do líder da quadrilha José Dirceu. Eufórica, a mulher disse: “quero ver na próxima capa”.

#2 Meu chefe e colegas (nomes que prefiro não citar) receberam o material na redação de Veja. Viram se tratar realmente da maleta do petista José Dirceu e tomaram uma decisão daquelas que me fazia orgulhoso de fazer parte daquela redação: ligar para o dono e devolver.

#3 A base para “abrir mão do furo” era muito simples. Os jornalistas entendiam que estavam diante de um produto de roubo. A leitora que me perdoe, mas ao preferir entregar a valise para Veja, sabendo quem era o dono, ela fez algo equivalente ao furto.

#4 Veja era a publicação mais dura na cobertura das roubanças do PT, mas nem por isso aqueles jornalistas (hoje todos fora da revista) caíram na tentação usar informações furtadas. Não éramos imunes às falhas. Quero dizer que o melhor jornalismo é o que mais derruba que publica.

#5 Estou revolvendo esta história do passado para, quem sabe, ajudar quem está chegando na profissão. Percebo que há muita euforia. Entendo que a sede pelo furo cega e pode resultar numa furada. Perdoem-me a falta de criatividade.

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entre 29 e 30 de junho, diz Mario Sabino em seu twitter – @mariosabinof

Com 35 anos de jornalismo, boa parte deles no comando de uma grande redação, posso garantir que quando jornalistas precisam dar muitas explicações sobre uma reportagem cheia de “equívocos” é porque a reportagem é uma porcaria, uma lambança e até mesmo uma fraude.

Sobre a naturalidade com que jornais e revistas publicam alegremente material de origem criminosa e claramente manipulado: eles serão punidos pelos seus próprios leitores.

O cúmplice de hackers está arrastando a imprensa brasileira para o lixo. Uma pena.

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O que temos de novidade é que surgiram alguns áudios, não conseguidos de forma ilegal, senão, por total falta de profissionalismo dos jornalistas envolvidos, onde se revela que os diálogos envolvendo Moro e Lava Jato, foram adulterados e de forma inequivocamente a fim de que se obtivessem os melhores resultados, quando de sua divulgação.

Como se vê no site “O Antagonista”, a matéria: Monique não é Monique
publicada no dia 29/06/19 lança um pouco mais de luz sobre o assunto mais controverso de todos os tempos.

O Intercept atribuiu à procuradora Monique Cheker uma conversa vazada com Angelo Goulart Villela.

Assim como Angelo não é Angelo, porém, Monique também não é Monique.

A verdadeira Monique Cheker enviou a seguinte nota para O Antagonista, que desmonta mais essa farsa do site pirata:

“Sobre a parte em que o The Intercept diz que escrevi: ‘Desde que eu estava no Paraná, em 2008, ele (Sergio Moro) já atuava assim. Alguns colegas do MPF do PR diziam que gostavam da pro atividade dele, que inclusive aprendiam com isso’, esclareço que, conforme pode ser obtido publicamente dos meus assentos funcionais, durante praticamente todo o ano de 2008 eu trabalhei como procuradora de contas do Ministério Publico junto ao TCE do Rio de Janeiro, cargo que assumi em 2006. Nunca tinha ouvido falar do ex-juiz Sergio Moro, muito menos tive contato com alguém do MPF/PR. Tomei posse no MPF em dezembro de 2008, com lotação numa cidade do interior do Paraná. Da posse, seguiu-se logo o curso de ingresso e vitaliciamente em Brasília, e o recesso judicial, e só fui conhecer alguém do MPF/PR que já tinha trabalhado com o ex-juiz Sergio Moro, ou menção a esse nome, tempos depois.

Não reconheço os registros remetidos pelo The Intercept, com menção a minha pessoa, mas posso assegurar que possui dados errados e alterações de conteúdo, pelos motivos expostos acima.”

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Urgente – Gravamos o Intercept

Áudio vazado de jornalistas da Intercept revela que diálogos sobre Moro e Lava Jato foram adulterados.

Sem saber que estava sendo gravado, o editor-chefe do site The Intercept Brasil, Leandro Demori admitiu que ao menos uma reportagem comandada por Gleen Greenwald teve seus diálogos adulterados. Na verdade, não apenas os diálogos, mas tudo, segundo ele. A reportagem exclusiva que vai contar o caso está sendo divulgada em parceria pela República de Curitiba, Renews e Agora Paraná.

“Tava tudo errado. O que por exemplo estava errado? Tudo tava errado. Nomes, data, blocos, citação. Tudo errado.”, disse Leandro Demori no Starbucks, localizado no Campus do Anhembi, na Vila Olímpia em São Paulo neste local público que servia como uma redação improvisada por volta das 19 horas desta sexta-feira (28). Embora Demori não soubesse que estava sendo gravado, o diálogo foi obtido de maneira lícita, pois o jornalista do site The Intercept falou isso em voz alta, visivelmente nervoso por causa daquilo que horas depois veio à tona: O site Intercept foi questionado por seus próprios leitores por erros graves em nomes, diálogos, datas e teve que se retratar por meio das redes sociais e de seu próprio site, informando erro de edição.

O que não viria a tona, e nesta reportagem mostramos com detalhes é que estava tudo errado, segundo o próprio editor-chefe do site, o que coloca em xeque o material divulgado pelo Intercept, que além de adulterado, é fruto de um crime e viola de forma direta o artigo 154 do Código penal brasileiro. O que chama a atenção também, é que diferente do que os jornalistas do Intercept têm dito, os arquivos roubados de Moro e dos procuradores da Lava Jato estão em seus laptops. A Polícia federal investiga uma possível ação de hacker nos celulares das autoridades.

O jornalista Oswaldo Eustáquio, que assina esta coluna estava no mesmo café, quando percebeu que não apenas Leandro Demori, mas parte da redação do site americano estava em uma mesa no estabelecimento. Com os computadores com adesivos do Intercept, os jornalistas estavam aparentemente nervosos.

Dois seguranças acompanhavam a equipe do Intercept. Logo após os áudios terem sido gravados com informações que ainda não tinham vindo à tona, o jornalista Rafael Moro Martins, do site americano, se levanta para pegar um café e reconhece o jornalista Oswaldo Eustáquio. Ele fica assustado e estala os dedos para chamar a atenção de seus colegas que estavam como em uma força-tarefa da “Vaza Jato”, editando o material obtido de forma criminosa e encaminhado por uma fonte sigilosa aos jornalistas.

Três jornalistas mulheres estavam junto, uma delas foi mais além, no mesmo diálogo gravado. “Está absolutamente tudo errado”, disse ela. A reportagem do Agora Paraná tirou uma foto da mesa para garantir a autenticidade do fato, que pode ser atestado também pelos áudios. No mesmo contexto em que tudo estava errado na matéria o editor-chefe Leandro Demori fala em diálogo que também foi gravado que eles estão passando “recibo”. “A gente tá passando recibo. A gente escolheu pra nós. Ninguém faz isso. Mas, a gente tomou uma decisão”, disse Demori sem saber que estava sendo gravado. A reportagem também tem áudios gravados da equipe da Intercept falando sobre o “hacker”. Essa informação será divulgada na próxima reportagem durante esta semana.

Objetivo do Intercept é libertar Lula, segundo editor-chefe.

No mesmo dia, sexta-feira (28), por volta das 11 da manhã, Demori foi entrevistado pelo diretor da Abraji Fernando Rodrigues no Congresso de Jornalismo Investigativo da Abraji.

Questionado pelo fato do site não ter lido todo o material antes de começar a noticiar, o editor-chefe da Intercept informou para os mais de mil jornalistas presentes no Congresso que a decisão foi tomada com objetivo de libertar o ex-presidente Lula. “Quando você olha o material e imagina que exista ali indícios jornalísticos muito fortes de que pessoas estão presas injustamente e que ilegalidades estão sendo cometidas neste momento, você não senta por um ano em cima do material enquanto alguém estava comendo quentinha na cadeia”, disse, referindo-se de maneira indireta ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dois pesos, duas medidas. O jornalismo refém do “jornalismo”.

Demori ainda foi questionado se o Intercept vai divulgar informações de diálogos entre jornalistas de outros veículos com membros da Lava Jato. “Vai ser analisado caso a caso” disse o jornalista. Caso a informação que possa ser divulgada coloque em risco o sigilo da fonte isso será colocado na balança, de acordo com Demori. Dessa forma, o Intercept quer se beneficiar do sigilo da fonte, mas não o respeitar quando se tratar de um colega de outra emissora. – (Reportagem do jornalista Oswaldo Eustáquio em parceria de divulgação com os portais República de Curitiba, Agora Paraná e Renews. Todos os dados do material bruto podem ser solicitados pelo fone 41-99192-3034 – República de Curitiba Online – 30/06/19)

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E como nos identifica, como sempre o site “O Antagonista”, na matéria do dia 29/06/19 “A justificativa que é confissão de Greenwald”

Ao justificar-se sobre a troca do nome do procurador Ângelo Goulart Villela numa das mensagens publicadas por seu site, Glenn Greenwald afirma que “foi um erro de edição apanhado pela checagem de fatos antes da publicação”.

Jornalistas de verdade não “editam” reproduções de provas. Checagem existe apenas nos textos das reportagens.

A justificativa de Greenwald é, na verdade, uma confissão de que o Intercept pode adulterar o conteúdo do que exibe como documentos.

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E apenas para fechar, lembro aqui o que disse o Guzzo em seu twitter do dia 23/06/19 – @jrguzzofatos

O editor do blog que divulgou “as gravações de Sérgio Moro” é um militante político a serviço de Lula. Isso não faz dele um mau sujeito –
nem bom, é claro. É apenas seu direito. Mas ser ouvido pelo Senado Federal como um intrépido jornalista investigativo é, realmente, uma piada.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 300619 – Burburinho: Quem com ferro fere – (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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Comentários

Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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