Burburinho: Botafogo e o Inimputável

“Déspota”, “Botafogo” e “Inca”. E nas melhores festas sempre aparece um “GLUTÃO”.
Malas, malinhas e maletas, bolsas, bolsinhas, e algumas sandálias hawaianas, é o que nos apresenta o nosso caixeiro viajante momentâneo…

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Adélio Bispo de Oliveira tentou chamar para suas testemunhas, a deputada Maria do Rosário, o ex-BBB Jean Wyllys, o jornalista Reinaldo Azevedo, a cantora Preta Gil, e o apedeuta Luiz Inácio Lula da Silva.

Creio que o fato de Adélio ser inimputável, não encerra o caso, uma vez que parece ter havido de fato transferência de dinheiro de contas de Jean Wyllys para Adélio, e não somente isso, mas Adélio tinha uma penetração muito grande com os caciques da esquerda demente e doentia.
E além disso, restam ainda os bondosos e caríssimos advogados que cuidam do caso Adélio, e que não aparece quem os paga.

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E bastante interessante foi a obtusa, e provavelmente candidata a musa da esquerdopatia que hoje degringola Brasil afora, Vera Magalhães, tentando argumentar com o Caio Coppolla, apresentando o que ela imagina ser argumentos que seriam capazes de rebater a realidade das ruas e dos protestos do dia 26 de maio de 2019.

Pobre anciã atacada pela “síndrome de Peter Pan”, está com os neurônios embotados e não consegue enxergar o óbvio.

Foi durante o programa na Rádio Jovem Pan, durante uma avaliação das maravilhosas manifestações patrióticas pró-reformas.

A pobre jornalista Vera Magalhães, não conseguiu enxergar o que Dias Toffoli (AMIGO DO AMIGO DE MEU PAI), Rodrigo Maia (Botafogo – MALA), e Alcolumbre (ALCACHOFRA) já enxergaram e já correram ao encontro do Jair Bolsonaro para uma espécie de tentativa de mostrar ao povo que entenderam o recado das ruas.

A pobre e inocente Vera Esmagalhães, tentou colar na população o que ela imagina em seus delírios de moçoila repudiada, de que o povo estava com pautas “antirrepublicanas”, dessa forma a “jovem” anciã criticou os manifestantes e suas reivindicações, que ela afirma e insiste em afirmar que ao povo lhe falta conhecimento e articulação.

Vê-se que ela teve aulas particulares, ou pelo menos tentou tê-las com o Rodrigo Mala, porque ele vivia dizendo que ao governo lhe faltava articulação.

A Vera Esmagalhães, até tentou defender a Câmara e suas votações nas pautas quando ela argumentou:

“Não é só achar que basta por um grupinho aqui votando uma matéria e outro ali votando em outra, e que elas vão andar concomitantemente. Não é desta maneira que funciona.”

Ignora a incauta que o povo sabe que os grupinhos votando pautas aqui, ali, ou acolá, só funcionam movidos por gordas propinas, trocas de cargos e outros cafunés que surjam pelo caminho.

Brilhante a defesa de Caio Copolla, afirmando que o povo deve continuar indo às ruas. Deixando claro que ele via nisso um ato patriótico.
E bastante contundente foi a forma como Copolla manifestou-se, quando Vera sugeriu que ele escolhesse se queria ser jornalista ou manifestante:

“Eu não sou jornalista. Sou comentarista. E, acima de tudo, eu sou um patriota. E só estou chamando a atenção para o ineditismo que é ter as pessoas nas ruas pelas reformas, e reformas impopulares.”

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 280519 – Burburinho: Botafogo e o Inimputável – (imagens da internet)

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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