A inversão de valores que predomina em nossa nação

O PT, que na minha opinião não passa de uma quadrilha criminosa, já deveria ter sido extinto, e esse é um dos motivos, pelo qual eu não entendo, como muita gente ainda insiste na possibilidade de haver eleições este ano.
Poucos percebem, que eleições, tendo à frente um grupo que não tem nada de diferente de quadrilha, de organização criminosa, não tem coloração alguma que remeta a uma eleição e muito menos, aos moldes de uma nação democrática.
Pode-se dizer que isso possa parecer, um grupo criminoso, determinando quem será o próximo mandatário daquela região, ou mesmo daquele local, onde aquele grupo, seja o detentor do poder, mas nunca uma eleição, digna de um País com a proporção continental que tem o nosso amado Brasil. Que os criminosos tomaram conta de nossa Nação, não precisamos nem falar: Lula;
Dilma; (Capitão Charles Chandler, morto com uma rajada de 14 tiros de metralhadora; Soldado Mário Kozel Filho, morto aos 18 anos em uma explosão de 50 kilos de dinamite; Tenente Alberto Mendes Júnior, foi pego como refém e morto a golpes de coronha de fuzil) Gleise Hoffmann;
Paulo Bernardo;
José Dirceu;
Guilherme Boulos;
Vagner Tarcísio (Guinho);
Regina Célia; (defende o aborto, porque acha ingrato a mãe passar 9 meses sem saber se a criança poderá nascer com rinite ou com sinusite) Temer;
José Genoíno; (O Tenente Coronel Lício Augusto Maciel, que foi justamente quem prendeu Genoíno, fala durante sua oitiva na “Comissão da Verdade”, que poderia muito bem entrar para a história como a “Omissão da Verdade”, acho que este é o nome que de fato a define; mas voltando ao assunto, Lício diz:
“Genoíno, olhe no meu olho, você está me vendo. Eu prendi você na mata e não toquei num fio de cabelo seu. Não lhe demos uma facãozada, não lhe demos uma bolacha – coisa de que me arrependo hoje.
Um elemento da minha equipe, fumador inveterado, abriu um pacote de cigarros, aproveitou aquele papel branco do verso, pegou um toco de lápis, não sei de onde, e o João Pedro começou a anotar o que o Genoino falava. Fui até um córrego próximo beber um pouco d’água. Voltei e o papel estava cheio, com toda a composição da Guerrilha – nomes, locais, Grupamento C, ao sul; Grupamento B, da Gameleira, perto de Santa Isabel; e Grupamento A, perto de Marabá. Eram esse os 3 grupos efetivos, em que se presumiam 30 homens por grupamento, além de um comitê militar, comandado por Maurício Grabois.”
“Triste notícia veio depois. O grupo do Genoíno prendeu um filho do Antônio Pereira, aquele senhor humilde, que morava nos confins da picada de Pará da Lama, a quilômetros de São Geraldo. O filho dele era um garoto de 17 anos, que eu não queria levar como guia, porque ao olhar para ele me lembrei do meu filho, que tinha a mesma idade. Eu dissera ao João: “Não quero levar o seu filho”. Eu sabia das implicações, ou já desconfiava. Mas o pobre coitado do rapaz nos seguiu durante uma manhã, das 5h até o meio-dia, quando encontramos os três nos aguardando para almoçar. Pois bem. Depois que nos retiramos, os companheiros do José Genoíno pegaram o rapaz e o esquartejaram. Genoino, aquele rapaz foi esquartejado!
Toda a Xambioá sabe disso, todos os moradores de Xambioá sabem da vida do pobre coitado do Antônio Pereira, pai do João Pereira, e vocês nunca tiveram a coragem de pedir pelo menos uma desculpa por terem esquartejado o rapaz! Cortaram primeiro uma orelha, na frente da família, no pátio da casa do Antônio Pereira; cortaram a segunda orelha; o rapaz urrava de dor; a mãe desmaiou. Eles continuaram, cortaram os dedos, as mãos e, no final, deram a facada que matou João Pereira. Pois bem, eles fizeram isso apenas porque o rapaz nos acompanhou durante 6 horas. Para servir de exemplo aos outros moradores, de forma que não tivessem contato com o pessoal do Exército, das Forças Armadas.
Foi o crime mais hediondo de que já soube. Nem na Guerra da Coréia ou na do Vietnã fizeram isso. Algo parecido só encontrei quando trucidaram o Tenente PM Alberto Mendes Júnior. Esse Tenente PM se oferecera voluntariamente para substituir dois subordinados que estavam ferido, capturados pela guerrilha do Lamarca. Lamarca pegou o rapaz, castrou-o, obrigou-o a engolir os órgãos genitais e trucidou-o.”

E lá atrás, durante uma das edições do já famoso à época, Jornal Nacional, onde figurava como âncora o Cid Moreira, nós temos hoje gravado na voz do mesmo, um ádio que circula pela internet e que nos lembra o que Cid comentou acerca da tomada de poder pelos militares, que a rede Globo de Televisão hoje condena, mas que naquela época, Cid Moreira definia como tendo os militares salvado o Brasil de “trapos comunistas” em 1964.
“Foi no último instante, quase no momento derradeiro, e quando o País estava à beira da guerra civil, quase em pleno caos, alguma coisa aconteceu, era impossível continuar suportando tantos desmandos, tanta incompetência, tamanha anarquia. E o clamor de vozes conscientes, encontrou eco em soluções inadiáveis.
E as Forças Armadas, elas próprias, mais do que ameaçadas, foram chamadas, praticamente intimadas, a cumprir a missão que o momento lhes impunha, restabelecendo a ordem e livrando o país dos trapos vermelhos que ameaçavam sufocá-lo

Rubinho Nunes que me parece ser ligado ao MBL, autor da liminar que retira as regalias do apedeuta.
Assim, devemos de fato, parabenizar ao Rubinho Nunes, que colabora com a nação, fazendo com que haja uma economia razoável em função desse ato. Não podemos deixar de registrar esse fato.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 170518 – A inversão de valores que predomina em nossa nação – (imagens da internet)

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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