A esquerda e seus encontros furtivos

São encontros ligeiros, às escondidas, quase que não se percebe, principalmente quando se trata de algumas imagens mais expressivas da constelação esquerdoPaTa.
Quando se refere a uns e outros de escalões menores, aí a coisa é feita mesmo “à bala”, ou “à queima-roupa” se preferir, porque nos escalões menores, a prudência é o que não predomina.
Ética, moral e vergonha na cara, isso não é uma prática utilizada em quaisquer das figuras, seja de que escalão for.
Mas soubemos pela grande mídia que Raquel Dodge, a Procuradora Geral da República, tem em mãos algumas coisas que indicam um certo envolvimento entre duas figuras, que somente a troca de um simples aperto de mão, já despertaria a atenção de qualquer polícia e em qualquer canto do mundo.
Trata-se de um encontro furtivo, como o de dois amantes, entre Léo Pinheiro, alto executivo da OAS, já indiciado e muito conhecido por seu envolvimento na Lava-jato, e um certo indivíduo que ocupa uma cadeira na qualidade de senador da República e que faz parte de uma tal “bancada da chupeta”, o famoso, por suas peraltices Lindbergh Farias.
Ao que tudo indica, foram identificados repasses, perfazendo um montante de R$ 700 mil, e pelo visto, por conta da atuação de lindinho em torno da MP 600 (MP que simplificaria as licitações das obras em aeroportos, onde a OAS nos anos de 2013 e 2014, atuava com bastante força e atenção). Digamos que isso indica um pequeno mimo aos já famosos “mimadinhos” da república.
Os interesses da Construtora OAS foram satisfeitos, e por conta disso, Léo Pinheiro, pelos serviços prestados, teria feito tal agrado ao gabola garoto que nesse momento atuava no submundo das “medidas provisórias”.
Isso pelo visto foi detectado por conta de investigações já em andamento, que entre outras coisas encontraram no celular de Léo Pinheiro, agendamento de encontros furtivos que se davam, quase que com aparências fortuitas, para manter as aparências. Como não se tratava de encontros amorosos, e como os serviços prestados não se limitavam à alcova, então, as investigações deverão avançar, até onde não entre o STF dizendo que os indivíduos serão liberados por falta de provas.
Devemos lembrar, que para o STF, um apartamento abarrotado de dinheiro, com algo em torno de 40 milhões de reais, não constitui provas suficientes, para manter o STF com o Geddel.
É claro e evidente que a simples possibilidade de eu estar me mexendo, já poderia indicar que eu estaria tramando um crime, mas no caso dos colarinhos brancos, nada do que se apresente, serve como prova.
Encontros proibidos e furtivos, transferências e doações, maletas que correm pelas ruas em mãos de pessoas que não teriam motivo algum para circular com as referidas maletas, isso por si só, não constitui prova e muito menos evidência de crime.
Pagamentos de serviços publicitários em caixa dois, provavelmente também para o STF não constituirá em prova necessária para investigações mais aprofundadas. Donde se conclui que: ao perseguir-se essa linha de pensamento, ou essas formas de atuação, veremos que isso derrubaria a República, por tratar-se de prática tão comum, que necessite o encerramento de tais ou quais investigações. (o texto acima tem base em matéria do dia 16/07/2018 – Jornal da Cidade Online)

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 220718 – A esquerda e seus encontros furtivos – (imagens da internet)

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Autor: Ely Vidal

Olá, eu sou Psicanalista, Jornalista, Teólogo e pai de 7 filhos maravilhosos! Presido o Instituto IESS (Instituto de Educação e Serviço Social) que, dentre outras atividades, provê atendimentos psicanalíticos, suporte jurídico por meio da arbitragem e mediação de conflitos. CIP (Psicanalista) sob nº 0001-12-PF-BR. DRT (Jornalista) sob n° 0009597/PR.

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