As cores da vida, dependem do ponto de vista

“Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia.” (William Shakespeare)

Sempre que vemos algo ruim, sentimos mal estar, etc…
Porém, em alguns momentos, se estivermos apenas como assistentes, podemos até mesmo sentir prazer naquela leitura.
Como o caso do que se coloca ante a sociedade, onde o mal é bom, desde que aquele mal atinja ao próximo e não a mim. Quando esse mal me atinge, então ele é mal de fato.
Existem vários fatores que nos podem levar a que nos sintamos seguros nesta ou naquela ocasião.
Alguns casos podem nos assustar, mas temos que entender a necessidade de entender as diferentes nuances com que a vida se nos apresenta.
Infelizmente, a humanidade está muito doente, preparemo-nos para os dias que virão.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 170118 – As cores da vida, dependem do ponto de vista – (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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Ciro Gomes por ele mesmo

Esse canalha do vídeo é o Ciro Gomes, o coronel lá da terra dele. Lá na terra dele, ele costuma resolver as coisas à bala, como ele disse que receberia a Polícia Federal caso fossem prendê-lo. Hoje o IDIOTA, porque não passa disso, é cãodidato a presidente da república do Brasil.
Para que pesquisar muito, se ele mesmo em seus próprios vídeos já mostra quem ele é, como foi gerado e de quanto em quanto tempo troca as ferraduras?
É claro que alguns serão capazes de votar no jumento, já votaram no “Calango de nove dedos”, vulgarmente chamado Lula, portanto, não me causaria estranheza, ver que esse espécime encontra alguns votos.
Mas que todos se lembrem dos quadros deste vídeo, porque, votar no mau elemento e depois alegar que não sabia, é coisa de PeTralha e quadrilheiro, que faz as besteiras e depois joga a conta para a ignorância.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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O que a memória ama, fica eterno

“Quando eu era pequeno, não entendia o choro solto de minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis.
Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.
O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano. É que a memória é contrária ao tempo.
Nós temos pressa, mas é preciso aprender que a memória obedece ao próprio compasso e traz de volta o que realmente importou, eternizando momentos.
Crianças têm o tempo a seu favor e a memória muito recente. Para elas, um filme é só uma animação; uma música, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade. Diante do tempo envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente se despede. Porém, para a memória ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis.
Nossos filhos são nossas crianças, os amigos estão perto, nossos pais ainda são nossos heróis. A frase do título é de Adélia Prado: “O que a memória ama, fica eterno”. Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente.
Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.
Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi a trilha sonora de um amor, embalou os sonhos de uma época ou selou uma amizade verdadeira – e mesmo que os anos tenham se passado, alguma parte de você se perde no tempo e lembra alguém, um momento ou uma história.
Ao reencontrar Amigos da juventude, do Colégio, nos esquecemos que somos adultos e voltamos a nos comportar como meninos cheios de inocência, amor e coragem.
Do mesmo modo, perto de nossos pais, seremos sempre “As Crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos.
Para eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das histórias contadas ao cair da noite, serão sempre recentes, pois têm vocação de eternidade.
Por isso é tão difícil despedir-se de um Amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas.
Dizem que o tempo cura tudo, mas talvez ele só tire a dor do centro das atenções. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na ferida.
Mas aquilo que amamos tem disposição para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando.
Somos a soma de nossos afetos, e aquilo que nos tocou pode ser facilmente reativado por novos gatilhos – uma canção cala nossos sentidos; um cheiro nos paralisa lembrando alguém; um sabor nos remete à infância.
Assim também permanecemos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex-amores, amigos, irmãos.
E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram.” – (autor desconhecido)

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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O dom da vida

Cuidarmos uns dos outros, é meta de vida.
É por isso que devemos lutar, com o intuito de poder demonstrar o quanto podemos e devemos cuidar uns dos outros.
Os sinais em nossos corações que são considerados alertas, devem nos fazer crer mais e mais na necessidade que temos de viver.
Quando cumprirmos essa parte da caminhada da vida, estaremos contribuindo para nossos próprios crescimentos e para o crescimento dos que cruzam nossos caminhos. Quem pode nos prejudicar serão sempre os que estão próximos a nós.

(ap. Ely Silmar Vidal – Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente do CIEP – Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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