1.000 Anos de Prisão para Marcelo Odebrecht

Em alegações finais na mais emblemática ação penal da Lava Jato, o Ministério Público sustenta que o empreiteiro é protagonista “de um dos maiores casos de corrupção já revelados no País”. A matéria publicada neste sábado, 23 de janeiro, pelo jornal o Estado de São Paulo foi redigida e editada pelos jornalistas Fausto Macedo, Ricardo Brandt e Julia Affonso.
Nela, – alegações finais – os Procuradores Federais pedem a condenação à pena de prisão em “regime fechado” de Marcelo Odebrecht por corrupção ativa (56 vezes)- art. 333, Código Penal(pena 2 a 12 anos), lavagem de dinheiro (136 vezes) – Lei 9.613/1998, pena (3 a 10 anos) e organização criminosa – Lei nº 12.850 de 2/08/2013, (pena 3 a 8 anos) aumentada de 1/6 a 2/3 quando ocorrer cooptação de servidor público – . O MPF afirma ao Juiz Federal Sérgio Moro que: ” Se querermos ter um país livre da corrupção, esse deve ser um crime de alto risco e firme punição, o que depende de uma atuação consistente do Poder Judiciário nesse sentido, afastando a timidez judiciária na aplicação das penas quando julgados casos que merecem punição significativa, como este”.
Em alegações finais, peça de 378 páginas, protocolada nesta sexta, 22, onze Procuradores da República que integram a força-tarefa da Operação lava jato, pedem, ainda, a condenação de outros executivos legados a Odebrecht..
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O Boff ensandecido

Bem, que se esperar de um herege?
Todos sabem que Boff é herege, apostatou da fé, se é que algum dia a teve.
Quanto a ética, como se pode esperar, que alguém que não tenha nem mesmo a ética pastoral, possa entender do que seja a ética jurídica?
E finalmente, ao falar de seus pares, os covardes, ele quase acerta o alvo, o problema é que a esquerdopatia não permite que pensem; consequentemente, todos os outros sentidos ficam comprometidos. Por esse motivo, lança seus dardos contra o Moro, que, embora não o conhecendo, creio firmemente ter muito mais ética pastoral, que o herege em questão.
E quanto à ética jurídica? Bem, já um pintor grego dizia: “Sutor, ne supra crepidam”, sapateiro, não vá além das sandálias – (Apeles – 352 – 308 AC), e mais atualmente o rei Juan Carlos I de Espanha, disse a Hugo Chávez: “porque no te callas?”
Fica a dica, caro boff, que em bom português, te lembrará exatamente o que és… (ely silmar vidal)

A nota fiscal que poderá levar LULA direto pra cadeia, fim da linha para o grande líder do PT

Marisa Letícia, mulher de Luiz Inácio Lula da Silva, adquiriu um barco e mandou entregá-lo em um sítio na cidade de Atibaia (SP) que é frequentado pela família do ex-presidente.
O negócio, comprovado por nota fiscal obtida pela reportagem, demonstra a relação próxima de Lula com a propriedade.
Na edição desta sexta-feira (29), a Folha revelou que uma fornecedora de material de construção e um marceneiro de Atibaia afirmam que a reforma do sítio foi paga pela empreiteira Odebrecht. A empresa nega.
A nota fiscal com o nome da Marisa Letícia registra a compra de embarcação de alumínio com seis metros de comprimento, modelo Squalus 600, da marca Levefort, com capacidade para cinco pessoas, sem motor.
O negócio foi concretizado em 27 de setembro de 2013 pelo preço de R$ 4.126,00 (cerca de R$ 5.000, em valores atualizados), de acordo com o documento fiscal.
A propriedade rural, no interior paulista, tem 173 mil metros quadrados. Seus donos são Fernando Bittar e Jonas Leite Suassuna Filho, sócios de Fábio Luís, filho do ex-presidente. Fernando é filho de Jacó Bittar, fundador do PT e um dos melhores amigos de Lula.
A nota fiscal foi fornecida à Folha pela fabricante do barco, a empresa Alumax, do grupo Levefort.
A direção da companhia informou que a venda direta foi feita pela loja Miami Náutica, situada no bairro do Ipiranga, na zona sul da capital paulista.
A reportagem foi à loja e pediu detalhes sobre o pagamento do barco.
A gerente do estabelecimento, que se identificou apenas como Lili, afirmou, porém, que não iria revelar informações financeiras de seus clientes.
CAMINHONEIRO
A entrega do barco no sítio em 2013 foi feita pelo caminhoneiro José dos Reis, 60, que já trabalha há 25 anos como prestador de serviços da Alumax.
Reis disse à Folha que na preparação do transporte do produto reconheceu o nome da mulher de Lula na nota.
O recebimento do barco na propriedade rural foi feito por um funcionário do sítio que tinha apelido de “Baiano”, de acordo com Reis.
Ao chegar ao local, o caminhoneiro perguntou a Baiano se a compradora do barco era mesmo a ex-primeira dama do país.
“Eu olhei a nota e vi escrito ‘Marisa Lula da Silva’. Aí eu perguntei: é a mulher do Lula?”, declarou o caminhoneiro.
Segundo Reis, Baiano afirmou: “É, mas não pode falar nada para ninguém. Não comente com ninguém”.
Em seguida, o caminhoneiro e o funcionário tiraram o barco da carreta de transporte e o colocaram no lago do sítio, diz Reis.
A reforma no sítio foi coordenada pelo engenheiro da Odebrecht Frederico Barbosa. Ele confirmou a participação, mas disse que atuava em “caráter informal”, sem representar a empreiteira.
Afirmou que se tratava de um apoio para um amigo. Mas não soube explicar àFolha quem era essa pessoa.
Declarou apenas que seu nome é Carlos.
OUTRO LADO
A Folha solicitou esclarecimentos a respeito da compra de barco registrada em nome da mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marisa Letícia, ao Instituto Lula, que faz a assessoria de imprensa do petista.
Porém, a reportagem não obteve respostas específicas sobre o assunto até a publicação desta reportagem.
(Via folha e agência) -pensabrasil.com/a-nota-fiscal-que-podera-levar-lula-direto-pra-cadeia-fim-da-linha-para-o-grade-lider-do-pt/