Moro discute com advogada em audiência de Barusco

Esses advogados têm que ser ensinados a defender seus clientes nos limites da ética…
Ora meus caros, o indivíduo em questão está claramente confessando delitos e vocês ainda querem ocultar o cadáver?
Ora, vão criar vergonha no aquário, já que na cara lhes falta… (ely silmar vidal)
Imagens: Justiça Federal. Vídeo: Gazeta do Povo. – Em audiência realizada nesta quinta-feira (29 de outubro), o juiz Sérgio Moro discutiu com a advogada de Rogério Santos de Araújo, diretor da Odebrecht. Durante depoimento de Pedro Barusco, a defesa de Araújo questionou a pertinência do interrogatório de Moro, que manteve o procedimento. www.facebook.com/apostoloelyvidal/videos/736146803181709/?l=5323067563878048172

Imprensa manipulada e Movimentos sociais derrubam Mourão

General MOURÃO. Imprensa esquerdista e movimentos sociais pressionam e comandante militar do SUL cai.
Após a cerimônia em homenagem ao Coronel Brilhante USTRA, realizada em unidade militar sob seu comando, as pressões contra o general Antônio Hamilton Martins Mourão aumentaram bastante. O militar já era bastante criticado por proferir palavras duras contra o governo e instigar a “luta patriótica” que, para alguns, poderia ser interpretada como uma nova intervenção militar.
A informação sobre a EXONERAÇÃO de MOURÃO, que os jornais chamaram de DEMISSÃO, ainda que envolta em polêmica, chegou em uma época considerada padrão para o anúncio sobre movimentações de generais, já que as promoções são anunciadas em novembro. Provavelmente, se tocar no assunto, o Comando do Exército dirá que é uma movimentação de rotina.
Motivos
– Ainda ontem (28/10/2015) a Comissão de Relações Exteriores e Defesa do Senado exigiu do Ministro da DEFESA explicações sobre as declarações do GENERAL MOURÃO. No requerimento o SENADO questiona se há providencias para coibir declarações que “comprometam a ordem democrática”. Veja abaixo.
Requerimento EMITIDO pela COMISSÃO de Rel. Exteriores para o Ministério da DEFESA, de autoria de Senador Aloysio Nunes Ferreira.
Nº 86, de 2015 Requeiro, nos termos regimentais, seja solicitado ao Ministro da Defesa com base no artigo “Luz Amarela”assinado pelo historiador José Murilo de Carvalho, no jornal O GLOBO, de hoje, que responda as seguintes perguntas:
1 – as declarações atribuídas ao Comandante do Comando Militar do Sul, no artigo são verdadeiras?
2 – se foram, é atribuição de Comandante Militar incitar a tropa com afirmações: “Eles que venham?”
3 – em outra cerimônia militar, celebração do dia 31 de março de 1964, o Comandante Militar do Sul diante de oficiais da reserva, segundo a matéria, celebrou o impedimento de que o país caísse “nas mãos da escória moral que, anos depois, o povo brasileiro Endereço na Internet: http://www.senado.gov.br/atividade/comissoes/default.asp?origem=SF Informações: Secretaria-Geral da Mesa – Secretaria de Comissões Documento gerado em 29/10/2015 às 15:14. Resultado da 40ª Reunião Ordinária da CRE, em 29 de Outubro de 2015 3 Autoria: Senador Aloysio Nunes Ferreira resolveu por bem colocar no poder”. Isto aconteceu?
4 – qual a postura do Ministério da Defesa em relação a estas declarações?
5 – há previsão nos procedimentos éticos das Forças para coibir manifestações que comprometam a ordem democrática? //
– Essa semana a página do Instituto João Goulart, ligado ao presidente deposto em 31 de março de 1964, denunciou em letras garrafais o que chamou de “comício” feito pelo referido general.
O site publicou: “General faz comício para a tropa – A pior de todas as corrupções é quando servidores públicos ameaçam a democracia. Da última vez que isso ocorreu, o resultado foi 21 anos de corrupção.”
Outras entidades, como A Frente Ampla por Direitos e Liberdades e o Comitê Carlos de Ré também enviaram cartas públicas de repudio para o governo federal.
O governo, no entanto, parece que, para não polemizar, preferiu permanecer calado ante as seguidas declarações do general Mourão e a cerimônia realizada em homenagem ao coronel falecido, chamado de “torturador” por membros da esquerda ligados a Presidente da República. As ações foram tomadas no âmbito burocrático.
Mourão jamais poderia ser considerado infantil e inconsequente. Ele seguramente estava ciente de que suas declarações poderiam causar mal estar dentro do Governo Dilma. Mas, alguns acham que acreditava que o amplo apoio manifestado por setores da reserva e ativa, indignados com a onda de corrupção nos governos petistas, o sustentaria na posição que ocupava a frente da tropa no Sul do Brasil.
O general, que entrou para o Exército em 1972, tem 43 anos de carreira, serviu em Angola e Venezuela e não tem como se sentir ameaçado. Ele sabia muito bem que ocupava a última posição de destaque em sua jornada como militar do Exército Brasileiro. no Sul ele comandava três Divisões de Exército, duas Regiões Militares, oito Brigadas e 162 Organizações Militares.
Mourão foi exonerado e deve assumir uma secretária no Ministério da Defesa em Brasília.
Revista Sociedade Militar 29/10/2015 – www.sociedademilitar.com.br/wp/2015/10/general-mourao-imprensa-esquerdista-e-movimentos-sociais-pressionam-e-comandante-militar-do-sul-cai.html

Demissão de Mourão gera revolta Militar e inicio de Intervenção

O brado retumbante dos militares da ativa e da reserva, nos bastidores e nas redes sociais, levou a turma da ex-guerrilheira Dilma Rousseff através de Aldo Rabelo demitir o comandante Militar do Sul Antonio Hamilton Martins Mourão. Pelo menos na retórica das pretensas boas intenções. Ontem, o ministro da defesa, Aldo Rabelo, deu uma conveniente parada no discurso revanchista para assegurar que o governo não pretende Demitir Militar o que cabe ao comandante das Forças armadas. O presidente da comissão, sociólogo Paulo Sérgio Pinheiro, sempre defendeu que a Lei de Anistia deveria ser derrubada, para que o Brasil se adequasse ao poder legislador de organismos multilaterais da Nova Ordem Mundial – como a Comissão de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos). No fundo, a verdadeira intenção tática do revanchismo é sempre desmoralizar os militares para enfraquecê-los como guardiões da soberania nacional que o globalitarismo sempre combate. A chamada esquerda revolucionária fracassou na luta armada para implantar o comunismo no Brasil. Mas foi bem sucedida na batalha política e psicossocial que manchou a imagem democrática dos militares. A intenção esquerdista sempre foi atacar as Forças Armadas. Basta lembrar a declaração do guerrilheiro Carlos Mariguella, em 1966: “O Exército Brasileiro terá de ser derrotado e destruído por ser o poder armado da classe dominante”. O PCDOB e Aldo Rabelo voltaram a lembrar em programas de TV classificando o periodo militar como uma ditadura sangrenta, está sacramentada e decidida. Em um exercício cínico e totalitário, a turma da CV quer execrar publicamente apenas os militares e demais agentes do Estado. Em nenhum momento falam em pedir punição ou processos civis de reconhecimento contra os assassinatos cometidos pelos terroristas da Luta Armada que queria implantar o socialismo ou coisa totalitariamente parecida no Brasil, nos anos 60-70. O atual recuo tático do governo Dilma só mostra que a recente reação dos militares – a partir do depoimento dado pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra no palco da CV – deixou os revanchistas e revisionistas da História com o rabinho em pé. Agora, a CV . Mais uma vez, fica evidente que o trabalho principal da CV é desmoralizar os militares. E não definir procedimentos legais para impedir que o Estado Brasileiro, em qualquer circunstância, desrespeite os Direitos Humanos – que são valores essenciais para qualquer sociedade civilizada (o que não é o caso da brasileira, onde o Governo do Crime Organizado dita as regras). O Comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, decidiu demitir o general Antonio Hamilton Martins Mourão de o Comando Militar do Sul e transferi-lo para a Secretaria de Economia e Finanças do Exército, em Brasília. O general Mourão, assim, perde o poder de falar para tropa. A decisão foi tomada depois de reunião do alto comando do Exército em Brasília, nesta semana. Uma certeza: a exoneração de Mourão causará reações no meio militar. Talvez não publicamente. Um general de Exército, diante de uma plateia composta por civis e militares, completamente aberto ao diálogo. Aconteceu, em Porto Alegre, na abertura de um evento organizado pelo CPOR. O comandante militar do Sul, general Antônio Mourão, expôs suas visões sobre o Brasil contemporâneo para um auditório lotado. ¿São as minhas opiniões¿, deixou claro antes de começar.
http://canalweb777.net/noticia.php?N=5458&status=ativo&gera=63DBFlA1Ccage5jmibh0847Ef9d2

Uma breve explicação do processo de Intervenção

Já estamos em pleno processo de Intervenção Constitucional, de onde vemos, que nada mais pode ser feito para impedir a continuidade do mesmo.
Dr. Ribas Paiva explica como já está acontecendo a intervenção das Forças Armadas e como prosseguir ajudando. (Joao Bueno Nogueira) www.facebook.com/apostoloelyvidal/videos/735162856613437/?l=5828388885857330956

Jeremias fala aos cativos da Babilônia

“E veio a palavra do SENHOR a Jeremias, dizendo:
Manda a todos os do cativeiro, dizendo: Assim diz o SENHOR acerca de Semaías, o neelamita: Semaías vos profetizou, e eu não o enviei, e vos fez confiar em mentiras.
Portanto, assim diz o SENHOR: Eis que visitarei a Semaías, o neelamita, e a sua descendência; ele não terá ninguém que habite entre este povo e não verá o bem que hei de fazer ao meu povo, diz o SENHOR, porquanto falou em rebelião contra o SENHOR.” (Jr 29:30-32)

A Flor

Seja como essa flor.
Ela não tira o brilho de ninguém, mas é no entanto a mais linda que eu poderia ter visto nessa chuva.
Note que ela não tira o brilho e muito menos a majestade da chuva, no entanto, percebe-se que ela se revigora pelas forças naturais que a chuva lhe transmite.
Seja portanto, linda, livre, leve e solta como essa linda flor, e brilhe, para louvor, honra e glória ao Criador, que te deu essa beleza, ainda que frágil, e viva intensamente este dia que foi o Senhor quem fez e que te deu para brilhar… (ely silmar vidal – A Flor – 26/10/2015)

Há um erro grave no Enem deste ano

mas ele não tem nada a ver com feminismo Nem mesmo economistas de esquerda concordariam com a resposta da questão sobre globalização e desemprego
Muita gente reclamou da dose de feminismo do Enem de 2015. Não costumo concordar com a maioria das feministas, mas nesse caso não vi nada errado. O tema da redação foi violência doméstica – e não é preciso ser feminista para reconhecer a relevância desse problema. Além da redação, uma questão reproduzia o seguinte trecho de Simone de Beauvoir:
Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam de feminino. Somente a mediação de outrem pode constituir um indivíduo como um Outro. Enquanto existe para si, a criança não pode apreender-se como sexualmente diferenciada…
Os alunos não precisavam concordar com a frase, apenas assinalar qual movimento a ideia acima inspirou nos anos 1960 (resposta certa: “igualdade de gênero”; fácil). Dando um desconto para a primeira frase (é claro que várias pessoas nascem mulheres) e à definição de mulher como um “macho castrado” (se eu usasse essa definição me chamariam de machista, misógino e opressor), o trecho de Simone de Beauvoir não é de todo ruim. Mesmo o mais adepto da evolução natural como forma de explicar o comportamento humano há de concordar que a biologia escreve parte do livro – que é completado pela cultura e pelas relações sociais.
O problema do Enem não foi o toque de feminismo, mas o habitual anticapitalismo. Uma questão, inspirada no geógrafo Milton Santos, está evidentemente errada. Deveria render processos de estudantes pedindo sua anulação. É esta:
A resposta E, a correta segundo o Enem, é risível. Não, globalização não provoca desemprego – provoca prosperidade. A autossuficiência, como David Ricardo mostrou há quase 200 anos, é a receita mais testada e comprovada para a pobreza. Leva pessoas e países a gastar tempo demais em atividades que não dominam tão bem. A vida é mais fácil se cada um se especializar no que faz melhor (ou com menor custo de oportunidade) e depois trocar o resultado. Paul Krugman, um dos economistas preferidos pela turma da esquerda, tem um excelente texto sobre isso.
O comércio internacional pode provocar um remanejamento do trabalho – mas para atividades mais produtivas. Se algum dia existiram vinícolas na Escócia, elas foram à falência quando vinhos franceses apareceram por lá. Milton Santos diria que o desemprego nas vinícolas escocesas foi provocado pela globalização. Prefiro acreditar que os escoceses perceberam ser mais fácil deixar com os franceses a produção de vinho e se dedicar a algo que eles dominavam melhor – o whisky.
As últimas décadas têm provas gigantescas dos benefícios da globalização e do perigo da autossuficiência. Países da América Latina, da Ásia e da África que se fecharam ao comércio internacional empobreceram terrivelmente. Ao contrário, aqueles que se globalizaram estão entre os mais ricos do mundo.
A Índia, inspirada nas ideias de Gandhi, que insistia em fabricar as próprias roupas e queimar produtos ingleses, achou que poderia se virar com grandes indústrias estatais. Conseguiu ficar ainda mais pobre que quando era colônia britânica. Cingapura, Hong Kong e Coreia do Sul fizeram o contrário: se abriram para o mundo. Nos anos 1960, tinham renda per capita similar à dos indianos. Hoje olha só para eles. São os países mais ricos – e globalizados – do mundo.
O Brasil também é um exemplo. Desde 2011 o governo Dilma impõe barreiras de importação, exige cotas de produtos nacionais e faz cara feia a acordos internacionais de livre comércio. Tudo para “preservar empregos ameaçados pela globalização”. Não há notícia de que tenha dado certo. Pelo contrário, o desemprego só aumenta. O protecionismo tirou o Brasil de cadeias globais de produção e evitou que muitas vagas fossem criadas por aqui.
Por: Leandro Narloch 26/10/2015 às 10:04 – @lnarloch – http://veja.abril.com.br/blog/cacador-de-mitos/economia/ha-um-erro-grave-na-prova-do-enem-mas-ele-nao-tem-nada-a-ver-com-feminismo/

Infelizmente, já não há mais como evitar uma certa convulsão social

Podemos estar redondamente enganados, mas, a nosso ver, a força-tarefa da Lava Jato já tem em mãos fartas provas de envolvimento do ex-presidente Lula em vários casos de corrupção. E não é de hoje. Desde o início das investigações mais aprofundadas, certamente lhes chegaram ao conhecimento indícios, documentos, depoimentos, etc., que implicariam na culpa de Lula como o capo di tutti i capi.
Fica então a pergunta a que todos gostariam de ter resposta: por que Sérgio Moro não prendeu Lula ainda?
Inicialmente, imaginamos, a força-tarefa, tão logo tenha obtido as primeiras informações do envolvimento de Lula, traçou uma estratégia de ação visando a preservação das investigações como um todo. Todos já sabem do comprometimento dos Tribunais Superiores com os atuais mandatários. Assim, se a investigação conduzida em Curitiba tivesse mirado inicialmente os andares superiores dos esquemas, certamente os tubarões teriam obtido sua soltura através do STF ou STJ, e um sufocamento ou esvaziamentos da força-tarefa, implicando numa desmoralização da ainda incipiente Lava Jato.
Sua linha de ação foi, então, partir para cima das empreiteiras envolvidas, expondo apenas os peixes miúdos entre os políticos e autoridades que eventualmente se prendessem nas malhas de sua rede, de forma a ir encorpando a Lava Jato, como de fato aconteceu, e, ao mesmo tempo, minando os pilares de apoio dos grandões.
No entanto a disposição da quadrilha no Poder de fazer o diabo a qualquer custo para se manter em pé, aliada ao profundo apodrecimento de nosso sistema político, que somente elege parlamentares comprometidos com seu próprio umbigo, ou com os seus financiadores, além de uma oposição titubeante, frouxa, sem união e sem uma liderança proeminente, acabou por nos trazer ao atual quadro, no qual até a Lava Jato está sendo obrigada a refazer a sua estratégia de atuação.
Tal acirramento das posições contrárias, de um lado o governo, o PT e todos os parlamentares, com pouquíssimas exceções, cujo único objetivo é se livrar da responsabilização de suas sujeiras, ou de amenizá-las, ou até mesmo de postergá-las, e do outro lado 93% da população que não suporta mais ser tratada com tanto descarado cinismo, e que vê o país se aprofundando numa crise que nos exigirá anos de sofrimento e recuperação, está propiciando que vozes mais exaltadas, de ambos os lados, comecem a merecer atenção.
Do lado dos vermelhos, muitos líderes, inclusive o próprio Lula, já ameaçaram a população com o exército de Stédile, com extermínio dos que têm opiniões contrárias e com violências sobre manifestantes pacíficos contrários ao governo. Do lado dos que se opõem ao PT, já é comum nas redes sociais se deparar com usuários que pregam o uso de violência para que se atinja a meta que a democracia não está possibilitando. Já surgiram até montagens ilustrando a cabeça de Dilma sendo estraçalhada por um tiro!
Tal tensão, causada principalmente pela renitente incapacidade do governo de atentar para as necessidades do país e pela inércia política de um Parlamento altamente comprometido, está culminando para nos conduzir à triste escolha entre dois únicos, e indesejáveis, caminhos.
O primeiro deles contempla o seguimento da Lava Jato na sua estratégia inicial, ou seja, continuar pegando apenas os peixinhos para minar as forças dos tubarões.
Nesse caso, como já podemos vislumbrar pela ainda incipiente, porém crescente, ocupação dos gramados do Congresso Nacional pelos movimentos de protesto, e também pelas manifestações que brotam espontaneamente em várias cidades do país, a tendência é que a indefinição do quadro de crise contribua para inflar esses movimentos, aumentando o número de pessoas que os engrossarão e sua frequência.
Os políticos serão incapazes, como até agora o foram, de dar uma resposta convincente a esses manifestantes, porém Lula e seus aliados certamente acusarão a pressão e decidirão que precisam contra-atacar.
Corremos, então, o risco de que os movimentos sociais vermelhos sejam chamados para se contrapor aos manifestantes verde-amarelos, o que transformará qualquer manifestação num potencial barril de pólvora.
Claro como água que, caso esse quadro se concretize, serão inevitáveis os confrontos, que poderão desaguar numa convulsão social.
O segundo caminho inevitavelmente implicará numa alteração de rota nos planos iniciais da Lava Jato e na imediata implicação de Lula nas investigações. Para ter um mínimo de eficiência, deverá contemplar, pelo menos, uma prisão temporária do ex-presidente, para que ele preste esclarecimentos à força-tarefa.
Sérgio Moro e toda a sua equipe, assim como todos os brasileiros, têm a certeza de que, nesse caso, o exército de Stédile e outros tantos beligerantes grupos, provavelmente armados, tentarão impor à força a impunidade de seu líder maior. Pronto! Estamos, aqui também, às voltas com uma convulsão social!
Essa é uma projeção aparentemente catastrofista para a atual crise, porém não podemos ignorar essas possibilidades. A alternativa ideal, pacífica, constitucional e até mais fácil, seria uma solução política para ela, com a inevitável queda do PT do Poder e a assunção dele por uma liderança mais ou menos confiável. O mais simples, direto e produtivo, seria a queda de Dilma, com Temer assumindo imediatamente e nomeando um ministério enxuto e, principalmente, técnico, sem a participação de qualquer político, seja de que partido for.
Mas, aqui somos obrigados a fazer a pergunta quem ninguém gostaria de responder: você acredita que essa última hipótese pode mesmo acontecer?
Bem,… teremos aí uns 15, 20, ou até 30 dias para ver se algum juízo acaba por visitar nosso Congresso. Torçamos!
A Opinião do Brasil Decente – 25/10/2015 – http://brasildecente.com.br/convulsao.php

Lutei contra o Regime Militar Sim

”Lutei contra a ditadura, sim! Tomei borrachadas, engoli gaz lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. São João em direção à Praça Antonio Prado e à Praça da Sé.
Participei das perigosas assembleias dos sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados.
Arrisquei o emprego, pichei muro com o slogan “Abaixo a Ditadura”.
Distribui panfletos.
Morri de medo.
Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões.
Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de hospitais, bandidos matando por R$ 10, pessoas andando feito zumbi nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos…
Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz…
Deveria ter ficado em casa.” – (Roger Moreira, vocalista do Ultraje à Rigor em Carta publicada no jornal Diário de São Paulo)

Recepção calorosa da Dilma em São Carlos

O Brasil inteiro não aguenta mais, e as Forças Armadas e os poderes que podem fazer alguma coisa, não fazem, infelizmente vejo que mais cedo do que imaginamos, estaremos vivendo em uma enorme praça de guerra. Que pena, um povo bom, amigável, dócil, será levado ao cadafalso pela irresponsabilidade de muitos.
Que Deus tenha piedade de nosso País e de nosso povo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo… amém e amém!!! – (ely silmar vidal) www.facebook.com/apostoloelyvidal/videos/734174090045647/?l=103584468283396514

Rosa Weber se proclama Rainha e fecha o Legislativo

Decisão da Ministra é ainda mais absurda que a de Teori Zavascki e proíbe o Legislativo de desempenhar seu papel e eventualmente julgar Dilma Rousseff.
Se já parecia suficientemente absurda a decisão de Teori Zavascki, suspendendo uma questão de ordem respondida apenas com o Regimento e a Constituição Federal, a ministra Rosa Weber, que ficou famosa na época de sua nomeação por não saber responder sobre princípios constitucionais básicos durante a sabatina no Senado, decidiu se auto-proclamar Rainha e na prática fechar o Congresso. Weber proíbe (sim, você leu direito: PROÍBE) Eduardo Cunha (PMDB) de levar adiante QUALQUER PROCESSO DE IMPEACHMENT até que o Supremo se manifeste.
Este Sul Connection pergunta: quem Rosa Weber pensa que é? A rainha absolutista do Brasil? A toda poderosa de Banânia? A incontestável guia genial do povo brasileiro? Vá se enxergar, ministra! O Brasil, a despeito do PT, de Dilma e de gente como a senhora, ainda é uma democracia. Ainda temos uma Constituição em vigor. Ainda temos poderes INDEPENDENTES.
Eduardo Cunha tem a obrigação moral de apresentar um agravo de instrumento exigindo o imediato reestabelecimento da ordem constitucional, flagrantemente rompida por esta senhora.
E num país civilizado, Weber teria aberto hoje mesmo no Senado seu próprio processo de impeachment.
Atentar contra a ordem constitucional é crime. Dos mais graves.
Que tempos! Que costumes!
www.sulconnection.com.br/noticias/1730/rosa-weber-se-proclama-rainha-e-fecha-o-legislativo

La Violetera – (Compositor: Montesinos-padilla – Sarita Montiel)

Como aves precursoras de primavera
En Madrid aparecen las violeteras
Que pregonando parecen golondrinas
Que van piando, que van piando.

Llévelo usted señorito que no vale más que un real
Cómpreme usted este ramito
Cómpreme usted este ramito
Pa’ lucirlo en el ojal.

Música

Son sus ojos alegres, su faz risueña
Lo que se dice un tipo de madrileña
Neta y castiza que si entorna los ojos
Que cauterizan, que cauterizan.

Llévelo usted señorito que no vale más que un real
Cómpreme usted este ramito
Cómpreme usted este ramito
Pa’ lucirlo en el ojal.

Música estrofa
Cómpreme usted este ramito
Cómpreme usted este ramito
Pa’ lucirlo en el ojal
www.facebook.com/apostoloelyvidal/videos/733892550073801/?l=2542125024178983983